O Cristianismo existe porque o Senhor Jesus Cristo
foi uma realidade, não poderemos falar dos temas “Cristianismo”, “Cristão”,
“Cristandade”, “Igreja”, “Evangelho”, “Bíblia”, sem o que é obvio, falar de
Jesus Cristo. O Senhor Jesus Cristo é a figura central da realidade Bíblica e
do Cristianismo, nas Profecias Cristo está em evidência, nos evangelhos Cristo
está em evidência, nos sacrifícios do Antigo Testamento Cristo está em
evidência, no inicio da igreja Cristo está e continua em evidência. Jesus
Cristo é o Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo e é o REI QUE VIRÁ.
Leia: Ap. 13v8; 19 v 11-16.
Nesta oportunidade estudaremos sobre este ser
Maravilhoso, o Rei de Toda Glória, o Eterno, o Soberano das Nações, o Nosso
Senhor e Salvador, o Filho Altíssimo do Deus Altíssimo, Gloria a Deus para
Sempre e Sempre.
Quero começar saudando a todos, com a doce e sublime
Paz de Nosso Senhor e Salvador JESUS CRISTO.
O Apóstolo São Paulo foi feliz em seu ministério,
porque, o caráter de sua pregação era o Senhor Jesus Cristo, veja: No Capítulo
2 da Carta de São Paulo aos Coríntios, Paulo começou o seu sermão falando
de Jesus v. 2, no meio
de seu sermão falou de Jesus
v. 8, e no verso 16 no final do seu
sermão, terminou com Jesus.
Imite o Apóstolo São Paulo e você será feliz em seu ministério e apostolado.
SUA
PREEXISTÊNCIA.
No Antigo Testamento, (Mq 5 v 2; Is 9 v 6;);
No Novo Testamento, (1 São João 1 v 1, 14; II S.
João 8 v 58);
Nas obras ficou evidente a sua existência, na
criação “façamos”, Cl 1 v 16
17; Ap. 3 v 8;
Através de algumas aparições no A. T., como
Anjo do Senhor, (Teofania), Êxodo 3 v 2,4;
No vocábulo grego “logos” João 1 v 1, que significa palavra, demonstração,
declaração, ou falar;
Em Hb. 1 v 3 com o significado distinto de “hipostasis”, existência
distinta de um ser real;
No principio era o VERBO que estava com DEUS e o VERBO era DEUS, duas verdades
inseparáveis, vejam que no verbo que a vida se encontra João 1 v 4;
Como Filho
de Deus; Mt 16, 16 e 17; 8 v 29; Lc 22 v 70; João 5 v 25; esse nome é
dado ao Senhor Jesus Cristo, 40 vezes
na Bíblia Sagrada, Jesus no seu ministério terreno por humildade não
reivindicou esse título para si mesmo, mas aceitou-o quando usavam para
indicá-lo, ou quando foi assim chamado por outros.
Como DEUS, Hb 1 v 8;
João 20 v 28; Rm 9 v 5; termo usado no sentido absoluto referindo-se a sua
Divindade; Alguns teólogos acreditam que tal termo também seria usado para
alguns juizes, porém, isso seria no segundo plano, S. João 10 v 34-36;
Como o
Primeiro e o Ultimo, Alfa e Ômega, Ap 1 v 8, 17; Is. 41.4;
O Santo; Atos 3 v
14;
O Senhor; Atos 4 v
31; 9 v 17; Lc 2 v 11; Apontado para a suprema autoridade de Cristo sobre a
Igreja, Ele é o dono da Igreja, é o real fundador da Igreja.
Como o
Senhor de Todos e Senhor da Glória; Atos 10v36; I Cor 2 v 8; Sl 28 v
8 – 10;
Não resta dúvidas
pelos apontamentos bíblicos acima, que Jesus Cristo, é um Ser Divino assim como
o PAI e o Esp. Santo.
A
ENCARNAÇÃO DE JESUS CRISTO.
O aparecimento do Senhor Jesus Cristo, como homem
carnal neste mundo foi através de um útero materno, ou seja, através de uma
jovem, virgem judia, chamada Maria. Rm 9 v 5, este fato chama-se encarnação, Jesus Cristo o filho
de Deus, segunda pessoa da TRINDADE
DIVINA se fez homem e habitou entre nós, I TM 3 v 16; Tudo que se pode
dizer a respeito do evangelho e do Cristianismo está em torno do Nascimento de
Cristo e de sua Missão Terrena, não
há salvação sem o nascimento, vida, paixão, morte e ressurreição de Cristo.
Como foi? Como aconteceu. Não requer um estudo
avançado para entendermos, está definido na seguinte frase, Jesus Cristo foi gerado no útero de uma
mulher virgem e seu nascimento foi igual ao de qualquer outra pessoa que nasceu
de um útero de mulher. Ressaltando que foi virginal; é no útero que encontramos a diferença, ou
seja, foi fecundado pelo Espírito
Santo.
A Polêmica está aí, muitos defendem que Cristo não
teve um nascimento virginal e que não foi gerado pelo Espírito sem o contato humano.
Outros defendem a idéia que Maria sua mãe ainda é virgem.
- Predição:
Isaias cap. 7 v 14; Lucas 1 v 31 e 35.
- Provado:
Na Bíblia encontramos que o nascimento de Cristo foi através de Maria sem o
contato do homem. São Mateus 1 v 16;
- O vocábulo
grego que aponta para esta verdade: Parthenos,
em Mateus e em Lucas estes vocábulos apontam
à Maria como Jovem sexualmente pura e solteira veja: Mt 1, 2, 3 é a
tradução do hebraico Almah, no texto de Isaias (Emmanuel, que
significa “Deus conosco” hb) 7 v 14 indica de forma clara no contexto
que Maria era virgem no sentido
físico.
- As Razões:
Revelar a Deus; no Antigo Testamento
Deus é revelado como Criador e Governador Sl 103 v 13, no Novo Testamento Cristo revelou Deus como Pai, João 1 v 18; 14 v
9.
- Confirmação
das Promessas de Deus: Gn 3 v 15; Is 9 v 6;
- Figura
dos Sacrifícios do AT, Salmos 16 v 8 – 10; 41 v 9-11; anunciado pelos profetas, Is 52 v 14;
Dn 9 v 26;
- Prover um
sacrifício pelos pecados: Hb 10 v 1-10; Hb 9 v 26b;
- Destruir as
obras do Diabo: I João 3 v 8; Hb 2 v 14, 15;
- Ser um
Sacerdote Misericordioso, Hb 5 v 1-2;
- Cumprir a
aliança davídica, Lc 1 v 31, 33;
- Ser
sobremaneira exaltado, Fp 2 v 9;
- A pessoa de Cristo encarnado incluía
Divindade permanente, humanidade perfeita, união com o Pai para sempre.
3. A
HUMANIDADE DE CRISTO
Considerando-se o imenso distanciamento do homem
para com Deus o seu Criador;
Considerando que o homem é um ser limitado;
Considerando as dificuldades humanas geradas pelos
pecados cometidos e abomináveis diante de Deus, que causaram barreiras a olho
nus instransponíveis e invencíveis, gerando um abismo entre a Criação e seu
Criador;
Houve a necessidade de esta barreira ser quebrada
por Cristo, para que tal mistério pudesse ser uma realidade em nossas vidas, caso
contrário o homem jamais se voltaria a Deus, pois não conseguira, veja São João
3 v 16 a profecia de Gn 3 v 15 se cumprindo em nossas vidas. Deus revelou a
humanidade de Cristo para nós para que o caminho fosse aberto e de uma maneira
simples pudesse unir a humanidade em uma só pessoa diante de Deus, a saber,
Cristo. O homem voltou-se para Deus através de Cristo, que com o seu sacrifício
vicário venho a construir uma ponte sobre o abismo que nos separava de Deus,
este abismo é o pecado. Vejamos:
- No geral:
Mt 1 v 1; Gl 4 v 4; I TM 2 v 5;
- Predita:
Gn 3 v 15; Atos 7 v 37;
- Decretada:
João 6 v 38; 8 v 42;
- Concedida e
aceita por Ele: Fp 2 v 7;
- Necessária:
Cl 1 v 22; Rm 8 v 3;
- Encarnada:
Lc 1 v 31; I Jô 4 v 2;
- Possuía
um corpo humano:
Nascido de
mulher Gl 4 v 4; Corpo com
sangue, carne e ossos Lc 24 v 39, Jo 1 v 14;
- Sujeito a
crescimento, Lc 2 v 40, 52;
- Tocado por
homens e visto; Mt 26 v 12; I Jo 1 v 1;
- Sem pecado;
Hb 4 v 15;
- Possuía
alma e espírito humano: Mt 26 v 38; 27 v 50; Mc 15 v 37;
- Possuía
limitações humanas:
Sentiu fome
e sede, Mt 4 v 2; Lc 4 v 2; Jô 19 v
28;
Sentiu canseira,
Jô 4 v 6;
Sentiu alegria,
Hb 12 v 2;
Chorou Jô 11 v
33, 35, 38;
Tristeza, Mt 26 v
37;
Teve sono,
Lc 8 v 23;
Foi tentado;
Hb 4 v 15;
Experimentou a pobreza
Lc 9 v 58;
Recebeu nomes
humanos, títulos e apelidos;
Lc 19 v 10; Mt 1 v 21;
Mc 10 v 47, Is 53v3; I Tm 2v5;
Morreu, I Tm 2 v
5; Is 53v3; A lança entrou em seu corpo.
A DIVINDADE
DE CRISTO.
- Provada
pelos seus Nomes: Deus, Hb 1 v 8; Filho de Deus Mt 3 v 17; Senhor Mt 22,
43-45; Rei dos Reis e Senhor dos Senhores Ap. 19v16;
- Provada por
suas características:
Onipotência, Lc 4 v 35, 36, 41; sobre os demônios Mt
8 v 16; sobre as doenças Jô 10 v 28; para guardar Mt 28 v 18; Onisciência Jô 1
v 48; Mc 2 v 8; Onipresença Mt 18 v 20; 18 v 20; Vida Jô 5 v 26; Verdade, Jô 14
v 6; Imutabilidade Hb 13 v 8; Eternidade Cl 1 v 17; Jô 1 v 1; Adoração Mt 4 v
10; Lc 24 v 52;
- Provado por
suas obras: Criação, Considerado como a origem de todas as cousas criadas,
Jô 1 v 3; Ap 3 v 14; Cl 1 v 16;
- Sustenção:
Hb 1 v 3; Cl 1 v 17; Cristo sustenta todas as coisas, doutrina esta contraria
ao dos deístas “o universo sustenta-se por si só”;
- Perdão de
pecados – Mt 9 v 5, somente quem perdoa pecado é Deus, Cristo ao expressar
que perdoava os pecados, deixou claro que também é Deus e que faz parte da
Trindade Divina com os mesmos atributos de Deus.
- Ressurreição
dos mortos - João 5 v 25-29; Ele ressuscitou os mortos e é a ressurreição e
a vida.
- Julgamento
– Jô 5 v 27;
- Envio do
Espírito Santo – Jô 15 v 26;
- Provada
pela Adoração Oferecida a Ele, Por Anjos, Fp 1 v 6; Por Homens Mt 14 v 33;
Todos Fp 2v 10;
- Provada na
Trindade como igualdade, com o Pai Jo 14 v 23; Com o Pai e o Espírito Mt 28
v 19; II Cor 13 v 13;
- Provada
pela Confissão:
De Pedro Mt 16 v 16;
Dos demônios Mt 5 v 7;
Do centurião Mt 15 v 39;
De Natanael Jo 1 v 39;
Dos Samaritanos Jo 4 v 42;
De Marta Jo 11 v 27;
De Tomé Jo 20 v 28;
- Provada por
diversas declarações bíblicas, como:
O Verdadeiro Deus e vida Eterna 1 Jo 5 v 20;
Deus do domínio e Senhor Jd. 4;
Deus sobre tudo e pelos séculos Rm 9 v 5;
Grande Deus e nosso Salvador Tt 2 v 13;
O Senhor de todos, Atos 10 v 36;
Senhor e Deus Jo 20 v 28;
O Senhor Jeová, Pastor Is 40 v 10, Hb 13 v 20;
O Rei e Senhor da Glória Sl 24 v 8 – 10;
O Senhor, o Anjo do Pacto Ml 3 v 1; Lc 7 v 27;
Jeová o forte e valente Sl 24 v 8;
Jeová, Justiça Nossa, Jr. 23 v 6; I Co 1 v 30;
Emmanuel, o Deus conosco Is 7 v 14; Mt 1 v 23;
O Santo dos Santos, Dn 9 v 24;
O Alfa e Omega, O Principio e o Fim, Ap 1 v 8, 11;
21 v 6; 22 v 13;
O Príncipe dos reis da terra Ap 1 v 5;
A Palavra de Deus, Jo 1 v 1; Ap. 19 v 13; Gn 3 v 8;
- Alguma Implicação sobre a doutrina de Cristo,
veja:
a. Conhecer a Jesus é conhecer a Deus, através de
Jesus temos o conhecimento real sobre Deus, está escrito em João 14 v 9 “Quem
me vê a mim, vê o Pai”. Os profetas falavam de Deus, porém Jesus era o próprio
Deus.
b. Cristo que é o próprio Deus, não precisava
morrer, mas morreu, trazendo a redenção aos homens arrependidos por Cristo, que
é a vida e o mantenedor da vida, Ele Ressuscitou e com isso nos resgatou e
oferece a oportunidade de salvação a
todos os homens.
c. Com sua vida, morte e ressurreição Cristo
eliminou a grande barreira e abismo entre Deus e os Homens, ou seja, venceu o
pecado por nós, nos religando a Deus.
d. Podemos e devemos adorar a Cristo, Ele é não
somente Cristo mas Deus.
A vida
Terrena de Cristo
a. Sua preparação veja:
- Nascimento Lc 2 v 7;
- Infância, adolescência e crescimento;
- Batismo;
- Tentação.
b. Sua Pregação
- Ministério inicial na Judéia, Jo 2 v 13 – 4 v 3;
- Ministério na Galiléia Mc 1 v 14 – cap. 9 v 50;
- Ministério na Peréia Lc 9 v 51;
c. Sua Paixão:
- Ultima semana em Jerusalém, Lc 19 v 29;
- Traição e prisão Jo 18 v 2 – 13;
- Julgamento perante Anãs João 18 v 12-24;
- Julgamento perante Caifás, Mc 14 v 53
- Julgamento perante Pilatos Mc 15 v 1 – 5;
- Julgamento perante Herodes Lc 23 v 8 – 12;
- Segundo julgamento perante Pilatos Mc 15 v 6-15;
- Crucificação;
- Sepultamento;
- Ressurreição;
O SEU
ESVASIAMENTO (KENOSIS no grego).
A KENOSIS gr,
significa esvaziamento. Em outras palavras demonstra as limitações de Cristo
encarnado sobre a terra.
Texto: FP 2 v 7;
“ a si mesmo se esvaziou”
Tal doutrina envolve:
- O encobrimento de sua glória pré-encarnada;
- Sua condição em assumir um corpo de carne
pecaminosa referente sua encarnação;
- Deixar de usar seus atributos de Deus em alguns
casos durante sua vida terrena;
Observe algumas teorias falsas de sua Kenosis; diz
que Cristo perdeu seus atributos divinos, tal argumento é mentira, pois Cristo
jamais deixou de seu Deus, apenas como a expressão grega aponta como kenosis,
significando que ele esvaziou-se de si mesmo;
SUA
IMPECABILIDADE
- Cristo era incapaz de pecar?
- A pergunta
acima não aponta a realidade, porque se Cristo fosse incapaz de pecar, porque
seria tentado em sua condição humana, Cristo
como homem estava sujeito ao pecado e tentação, porém não pecou esta é
a realidade aceitável e coerente, mostrando que o homem pode viver uma vida sem
pecados, como Deus sim, Cristo é incapaz de cometer pecado.
- A tentação provou a impecabilidade de Cristo;
- A tentação capacitou Cristo na condição terrena de
um sacerdócio misericordioso.
8. O
CARATER DE CRISTO.
- cumpriu com seus deveres religiosos, Jo 2 v 13;
- tinha amor genuíno, Gl 2 v 20;
- orava Mt 14 v 23;
- Benéfico, Mt 4 v 23;
- Benigno Mt 11 v 29;
- Fiel, Jo 17 v 4;
- Humilde Mt 11 v 29;
- Inocente Mt 27v 4;
- Justo diante de Deus, Hb 10 v 7;
- Justo diante dos homens, João 5 v 30;
- Misericordioso Mt 12 v 20;
- Submisso a Deus, Jo 4 v 34;
- Per doador, Lc 23 v 34;
- Paciente Mt 27 v 14;
- Não fazia sua vontade, Mt 8 v 20;
- resistia às tentações, Jo 16 v 33;
- Cheio de compaixão Mt 9 v 36;
- Cheio de Graça, Lc 4 v 22;
- Cheio de sabedoria Mt 7 v 28;
- Santo Lc 1 v 35;
- Sem dolo, I Pe 2 v 22;
- Sem pecado, Jo 14 v 30;
- Sem Mancha; Hb 7 v 26;
- Submisso aos pais Lc 2v51;
- Suportou as injúrias I Pe 2 v 23;
- Zeloso no serviço de Deus, Jo 8 v 29;
9. A MORTE
DE CRISTO
- No A. T. encontramos exemplos e apontamentos para
a morte sacrifical de Cristo, como segue:
- A primeira profecia registrada em Gn 3 v 15, como
o protoevangelium ;
- O sacrifício de animal para Adão e Eva, Gn 3 v 21;
- Abel e o seu holocausto, Gn 4v 4;
- O carneirinho do monte Moriá, Gn 22, 12;
- O cordeiro Pascal, Ex Cap 12 v 1-28;
- Davi e suas ofertas II Sm 6 v 18;
- Nos dias de Esdras e Neemias, Edras 3 v 3-6;
Neemias 10 v 32, 33, com apontamentos
para a maior oferta que seria a pessoa de Cristo;
- No Novo Testamento encontramos no mínimo 175
vezes.
- O propósito Maximo da encarnação de Cristo, Mt 20
v 28; Hb 2 v 14;
- E o coração do Evangelho I Cor 15 v 1 – 3;
Como
descrição é:
- Resgate – I Tm 2 v 6;
- Reconciliação – II Cor 5 v 18-19;
-
Propiciação – Na justiça de Deus I Jo 2 v 2; na Lei de Deus;
-
Substituição e vicária, morreu em nosso lugar II Cor 5 v 21;
- Prova do
amor de Deus, Rm 5 v 8;
Em
Dimensão:
- Morreu
pelos pecadores e pelo mundo inteiro, João 1 v 29;
Observe
algumas teorias falsas ou modificadas:
-
INFLUÊNCIA MORAL – diz que foi positiva a morte de Cristo para o homem, apenas
para amolecer os corações humanos ao arrependimento;
- ACIDENTAL
– Que Cristo não agradou os homens da época e por isso foi crucificado, um
homem sujeito a morte como outro qualquer;
- GOVERNAMENTAL
– Cristo morreu para mostrar o ódio de Deus com a humanidade devido ao pecado e
como exemplo de morte, manter a lei;
-
NEO-ORTODOXA – Foi uma revelação do amor de Deus e do pecado do homem, mas não
substitui o homem no que diz respeito aos seus pecados;
- RESGATE A
SATANÁS – Afirmando que o resgate foi pago a satanás pela morte de Cristo.
10. SUA RESSURREIÇÃO.
- Foram
predita pelos profetas, Sl 16 v 10; IS 26 v 19;
- Por Ele
mesmo – Mt 16 v 21;
- O túmulo
vazio, Lc 24 v 3;
- Foi
provada por suas aparições como segue:
- Maria
Madalena, Mc 16 v 9;]
- Outras
Mulheres, Mt 29 v 9, 10;
- Pedro, Lc
24 v 34;
- No
caminho de Emáus, Lc 24 v 13 – 35;
- Aos dez
discípulos, Lc 24 v 36-43;
- Aos onze
discípulos, Jo 20 v 26-29;
- Aos sete
discípulos, no mar da Galiléia, Jo 21 v 1-23;
- A mais de
500 pessoas, I Cor 15 v 6;
- A Tiago,
I Cor 15 v 6;
- A Paulo,
I Cor 15 v 8;
OUTRAS
FORMAS
- A
existência da igreja;
- A mudança
na vida dos apóstolos;
- O dia de
pentecostes, Atos 2;
PELA
NATUREZA DO SEU CORPO RESSURRETO:
- Corpo
Real, Jo 20 v 20;
- Que saiu
do Túmulo, Jo 20 v 25-29;
-
Transformado para não mais morrer, livre das limitações humanas, Rm 6 v 9;
A
NECESSIDADE DA RESSURREIÇÃO
- Cumprir
as Escrituras, Atos 17 v 3;
- Remissão
dos pecados, I Cor 15 v 17;
- Justificação,
Rm 4 v 25;
- Esperança
da Fé, I Cor 15 v 17;
- Eficácia
da Fé, I Cor 15 v 14, 17;
- Eficácia
da pregação, I Cor 15 v 14;
O
SIGNIFICADO DA RESSURREIÇÃO:
- Prova que
era filho de Deus, Rm 1 v 14;
- Prova do
que Ele disse, Mt 28 v 6;
- Prova a
Ressurreição de todos os homens, I Cor 15 v 21, 22;
- Prova do
Juízo vindouro, Atos 17 v 31;
- Prova da
aceitação diante de Deus, Rm 4 v 25;
- Poder
para o serviço Cristão, Efésios 1 v 19 – 22;
- A
ressurreição do salvo, II Cor 4 v 14;
- Cristo o
cabeça da Igreja, Ef 1 v 19-22;
- Garantia
do sumo sacerdócio, Hb 4 v 14-16;
11. A ASCENSÃO DE CRISTO
- Foi
profetizada, Sl 110 v 1; Is 52 v 13;
- Dita por
Ele mesmo, Lc 22 v 69; Jo 6 v 62;
- Monte das
Oliveiras, Atos 1 v 12; ( local )
- 40 dias
após a ressurreição, Atos 1 v 3, ( tempo )
- Na
presença dos apóstolos, Mc 16 v 14, 19 (testemunhas);
- Na benção
aos apóstolos, Lc 24 v 51 (ocasião);
- Na
expiação pelos nossos pecados, Hebreus 1 v 3;
Significado:
- Fim do
limite que Cristo se submeteu;
-
Exaltação; Atos 2 v 33;
- Envio do
Espírito Santo, Jo 7 v 39; Atos 2 v 33;
- Dar os
dons aos homens, Ef 4 v 8-11;
- Precursor
de seu povo, Hb 6 v 20;
- Inicio do
ministério de Cristo como Sumo Sacerdote, Hb 4 v 14-16;
-
Preparação de um lugar para o seu povo, Jo 14 v 2;
- Senhor
sobre a igreja; Cl 1 v 18;
-
Restauração de todas as coisas, Atos 3 v 21;
12. O MINISTÉRIO ATUAL
“Vendo-o
Eles, foi elevado as alturas” Atos 1 v 9;
- Ascensão
e exaltação de Cristo;
- Foi
anunciado pelos profetas, Sl 47 v 5;
- Anunciada
pelo próprio Cristo, Mc 14 v 62;
- Deus o
elevou pelo seu poder, Ef 1 v 20;
- Jesus
quando subiu levou cativo o cativeiro, Efésios 4 v 18;
- Os salvos
desde Abel até os tempos de Cristo, os quais morreram na fé, sem ainda terem
recebidos a promessa, Hb 11 v 13; Eles haviam crido em Deus através do
sacrifício do pecado. Embora fossem feitos sacrifícios, tais sacrifícios não
estavam mais apresentando o perdão necessário. Hb 9 v 13; 10 v 4; Deus, contudo
na paciência e misericórdia os aceitou por conta da remissão que Cristo, na sua
consumação dos tempos, haveria de fazer, Hb 9 v 15; Rm 3 v 25, 26; Por isso até
que esta remissão fosse consumada, todos eles estavam como cativos por satanás,
no Hades ( em uma parte chamada Seio de Abraão, parte esta especial reservadas
´para os salvos). Quando Jesus consumou a salvação na Cruz, Ele resgatou toda a
divida, inclusive a do tempo do Antigo Testamento, assim aniquilando o império
da morte, o diabo, Hb 2 v 14, e colocou os salvos do antigo testamento, em
igualdade com dos do novo testamento, levando-os para o paraíso nos céus,
também chamado de terceiro céus; II Cor 12 v 1-3;
- Jesus ao
voltar para o céu foi coroado de glória, Hb 2 v 7; Fp 2, 6-8;
- Jesus
está assentado a destra de Deus, Ap 3 v 21; Hb 12 v 2;
- Deus lhe
deu poder e domínio sobre todo principado, poder e potestade, Efésios 1 v 21,
22;
- Deus Lhe
deu um nome que é sobre todos os nomes, Fp 2 v 9, 10;
- Jesus é o
cabeça da igreja, Efésios 1 v 22, 23;
- Jesus
confirma as palavras de seu servo quando pronunciadas em seu nome, Mc 16 v 20;
FINAL
Prezados,
por mais que quiséssemos dizer sobre Jesus, sempre faltarão argumentos, pois
nosso Cristo Redentor, não tem fim ou principio como dizem as escrituras, ele é
o ALFA e ÔMEGA, portanto procure sempre e sempre conhecer a Jesus, Ele é a
razão da nossa existência e sobrevivência junto ao ETERNO DEUS, tudo foi feito
por ele e para ele. Vale a pena nos sacrificar e deixarmos os prazeres
pecaminosos desta vida, que nós impede a chegar lá, não troque sua salvação por
momentos passageiros de contaminação perniciosa que contamina o homem diante de
Deus. Brevemente, o veremos e estaremos com ELE. “GLÓRIA A DEUS”.
BIBLIOGRAFIA:
- BIBLIA
CORRIGIDA E ATUALIZADA, VERSÃO ALMEIDA;
- BIBLIA DE
ESTUDO - Doutor SCOFIELD;
- BIBLIA DE
ESTUDO, EDIÇÕES LOYOLA (CATÓLICA);
- DICIONÁRIO
AURÉLIO;
- DICIONÁRIO
DO NOVO TESTAMENTO GREGO;
- BIBLIA
NOVO TESTAMENTO TRILINGUE;
- PEQUENA
ENCICLOPÉDIA BIBLICA ORLANDO BOYER;
-
Enciclopédia Bíblica Teologia e Filosofia, R. N. Champlin e J. M. Bentes, da
Editora Candeia, seis volumes;
Poá, 27 de
setembro de 2004;