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terça-feira, 9 de setembro de 2014

“Marina levará 80% dos votos evangélicos”, afirma Malafaia

“Marina levará 80% dos votos evangélicos”, afirma Malafaia
Pastor defende que o PT precisa perder a eleição “para o bem do Brasil”

Silas Malafaia é apontado como o responsável pela alteração no programa de governo de Marina Silva (PSB) no tocante ao casamento gay e a criminalização da homofobia. O assunto foi explorado pela mídia e provocou reações em Dilma e Aécio, que aproveitaram para criticar Marina e defender o casamento homossexual.
Na revista Época desta semana foi dado um grande destaque ao que é chamado de “voto evangélico, que segundo analistas poderia até decidir a eleição. Malafaia foi entrevistado pelo semanário e afirmou que votará no Pastor Everaldo (PSC) no primeiro turno, mas ficará com Marina no segundo.
Negou que tenha sido ele o responsável pela mudança de opinião da candidata do PSB. “Meus tuítes só acenderam a lâmpada na equipe da Marina para mudar o que estava escrito. Mesmo assim, não me agradou em tudo. Tem muitos pontos lá contrários à ideologia cristã”, afirmou.

Para ele, Marina não é “candidata dos evangélicos”, tampouco “fanática”, como é taxada pelos petistas. “Marina contraria muita coisa que pastor evangélico pensa”, dispara Malafaia.
Homofobia, casamento gay e aborto voltaram a ser assuntos importantes nas campanhas presidenciais. Os principais candidatos têm sido perguntados sobre essas questões.  Ao falar sobre isso, Malafaia é contundente. Cita ainda o filósofo Michael Sandel, o qual defende que “a moral, os princípios e as questões da fé são fundamentais no debate político”.  “Esta eleição tem de ser moral. Não vale tratar do maior escândalo de roubalheira da história do Brasil, o mensalão? E a roubalheira na Petrobras? A corrupção é um câncer na sociedade. A discussão tem de ser moral mesmo”, assevera.
Para o pastor não há dúvidas que “o PT precisa perder a eleição para o bem do Brasil”.  Ele acredita que os evangélicos devem orar pelos governantes, mas “cada um vota em quem quiser”. Contudo, “quando o mandatário assume, entendemos que é a vontade de Deus”.
Não acredita que exista um “voto evangélico” unificado, reconhecendo que não existe unanimidade no pensamento político. Há diferentes segmentos evangélicos apoiando os principais candidatos. Portanto, não há sentido em se falar em um “partido evangélico”.   Mesmo assim, acredita que Marina “levará de 80% a 90% do voto evangélico”.
Ao falar sobre as chamadas “demandas evangélicas”, esclarece que não existe um desejo desse segmento de “impor ideologia”. Ao mesmo tempo, afirma que ao longo do seu governo, o PT vem votando contra os princípios defendidos pelas igrejas. Questionado sobre as promessas de Dilma que poderiam dar benefícios fiscais às igrejas evangélicas, decreta “Ela pensa que nós, evangélicos, somos idiotas e otários… Na caneta, ela não pode decidir isso. Tem de ser o Congresso. É hipocrisia eleitoral. Estão tão desesperados que prometem o que não podem entregar”.
Por fim, explicou que nunca pretende se candidatar a cargo eletivo. “Não fui chamado nem tenho competência para isso. Onde estou, falo com todos, teço minha ideologia. Lá, seria só mais um”.
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terça-feira, 15 de julho de 2014

Papa estima que 2% dos clérigos sejam pedófilos

Papa estima que 2% dos clérigos sejam pedófilos, diz jornal italiano
Papa estima que 2% dos clérigos sejam pedófilos

O líder católico está empenhado em acabar com os casos de pedofilia dentro da Igreja

O jornal italiano La Reppublica afirmou que em uma entrevista recente o Papa Francisco comentou sobre os casos de abuso sexual de crianças cometidos por padres da Igreja Católica.
Os casos são considerados pelo Papa como uma “lepra” que infecta toda a Igreja, mas que a quantidade de padres pedófilos é inferior ao que é dito.
“Há padres, bispos e cardeais entre esses 2% de pedófilos”, disse Francisco. O pontífice, porém, acredita que o número de sacerdotes que sabem dos abusos é maior, mas que estes ficam em silêncio. “Eles punem (os pedófilos), mas não explicam a razão (do silêncio)”, disse. “Para mim, essa situação é intolerável”, completou o líder católico.
O porta-voz do Papa, Federico Lombardi, foi questionado por outras publicações para confirmar a fala de Francisco, mas ele afirmou que tais afirmações não foram ditas da forma como foi publicado pelo La Reppublica e que as falas não foram dadas durante uma entrevista oficial.
Lombardi também afirmou que o jornalista italiano não usou um gravador para conversar com o papa, usando na matéria apenas as frases que ele se recordava.
O assunto é polêmico no Vaticano, tanto que o novo líder já criou uma comissão para analisar e tentar barrar o aumento desses números. A estimativa de 2% de pedófilos pode ter sido retirada das pesquisas feitas pelos conselheiros.
A BBC publicou que se a porcentagem do Papa Francisco estiver correta, dos 414 mil padres que atuam em todo o mundo, 8 mil são pedófilos.


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sábado, 5 de julho de 2014

Pastoras lésbicas querem fazer 'evangelização' na Parada Gay de SP

Foto/Imagem Pastoras lésbicas querem fazer 'evangelização' na Parada Gay de SP Estudos Biblicos
Pastoras lésbicas querem fazer 'evangelização' na Parada Gay de SP
Lanna Holder e Rosania Rocha dizem que movimento perdeu o propósito. Organização diz que evento continua reivindicando direitos humanos.
Três semanas depois de inaugurar uma igreja inclusiva e voltada para acolher homossexuais no Centro de São Paulo, o casal de pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha pretende participar da Parada Gay de São Paulo, em 26 de junho, para "evangelizar" os participantes. Estudantes de assuntos ligados à teologia e a questões sexuais, as mulheres encaram a Parada Gay como um movimento que deixou de lado o propósito de sua origem: o de lutar pelos direitos dos homossexuais.
“A história da Parada Gay é muito bonita, mas perdeu seu motivo original”, diz Lanna Holder. Para a pastora, há no movimento promiscuidade e uso excessivo de drogas. “A maior concepção dos homossexuais que estão fora da igreja é que, se Deus não me aceita, já estou no inferno e vou acabar com minha vida. Então ele cheira, se prostitui, se droga porque já se sente perdido. A gente quer mostrar o contrário, que eles têm algo maravilhoso para fazer da vida deles. Ser gay não é ser promíscuo.”
As duas pastoras vão se juntar a fiéis da igreja e a integrantes de outras instituições religiosas para conversar com os participantes da parada e falar sobre a união da religião e da homossexualidade. Mas Lanna diz que a evangelização só deve ocorrer no início do evento. “Durante [a parada] e no final, por causa das bebidas e drogas, as pessoas não têm condição de serem evangelizadas, então temos o intuito de evangelizar no início para que essas pessoas sejam alcançadas”, diz.
Leandro Rodrigues, de 24 anos, um dos organizadores da Parada Gay, diz que o evento “jamais perdeu o viés político ao longo dos anos”. “O fato de reunir 3 milhões de pessoas já é um ato político por si só. A parada nunca deixou de ser um ato de reivindicação pelos direitos humanos. As conquistas dos últimos anos mostram isso.”
Segundo ele, existem, de fato, alguns excessos. “Mas não é maioria que exagera nas drogas, bebidas. Isso quem faz é uma minoria, assim como acontece em outros grandes eventos. A parada é aberta, e a gente não coíbe nenhuma manifestação individual. Por isso, essas pastorastambém não sofrerão nenhum tipo de reação contrária. A única coisa é que o discurso tem que ser respeitoso.”

Negação e aceitação da sexualidade

As duas mulheres, juntas há quase 9 anos, chegaram a participar de sessões de descarrego e de regressão por causa das inclinações sexuais de ambas. “Tudo que a igreja evangélica poderia fazer para mudar a minha orientação sexual foi feito”, afirma Lanna. “E nós tentamos mudar de verdade, mergulhamos na ideia”, diz Rosania. As duas eram casadas na época em que se envolveram pela primeira vez.
Sempre que se fala em homossexualidade na religião, fala-se de inferno. Ou seja, você tem duas opções: ou deixa de ser gay ou deixa de ser gay, porque senão você vai para o inferno. E ninguém quer ir para lá”, diz Lanna.
A pastora afirma que assumir a homossexualidade foi uma descoberta gradual. “Conforme fomos passando por essas curas das quais não víamos resultado, das quais esperávamos e ansiávamos por um resultado, percebemos que isso não é opção, é definitivamente uma orientação. Está intrínseco em nós, faz parte da nossa natureza.”
Três semanas depois de inaugurar uma igreja inclusiva e voltada para acolher homossexuais no Centro de São Paulo, o casal de pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha pretende participar da Parada Gay de São Paulo, em 26 de junho, para "evangelizar" os participantes. Estudantes de assuntos ligados à teologia e a questões sexuais, as mulheres encaram a Parada Gay como um movimento que deixou de lado o propósito de sua origem: o de lutar pelos direitos dos homossexuais.
“A história da Parada Gay é muito bonita, mas perdeu seu motivo original”, diz Lanna Holder. Para a pastora, há no movimento promiscuidade e uso excessivo de drogas. “A maior concepção dos homossexuais que estão fora da igreja é que, se Deus não me aceita, já estou no inferno e vou acabar com minha vida. Então ele cheira, se prostitui, se droga porque já se sente perdido. A gente quer mostrar o contrário, que eles têm algo maravilhoso para fazer da vida deles. Ser gay não é ser promíscuo.”
As duas pastoras vão se juntar a fiéis da igreja e a integrantes de outras instituições religiosas para conversar com os participantes da parada e falar sobre a união da religião e da homossexualidade. Mas Lanna diz que a evangelização só deve ocorrer no início do evento. “Durante [a parada] e no final, por causa das bebidas e drogas, as pessoas não têm condição de serem evangelizadas, então temos o intuito de evangelizar no início para que essas pessoas sejam alcançadas”, diz.
Leandro Rodrigues, de 24 anos, um dos organizadores da Parada Gay, diz que o evento “jamais perdeu o viés político ao longo dos anos”. “O fato de reunir 3 milhões de pessoas já é um ato político por si só. A parada nunca deixou de ser um ato de reivindicação pelos direitos humanos. As conquistas dos últimos anos mostram isso.”
Segundo ele, existem, de fato, alguns excessos. “Mas não é maioria que exagera nas drogas, bebidas. Isso quem faz é uma minoria, assim como acontece em outros grandes eventos. A parada é aberta, e a gente não coíbe nenhuma manifestação individual. Por isso, essas pastorastambém não sofrerão nenhum tipo de reação contrária. A única coisa é que o discurso tem que ser respeitoso.”

Igreja Cidade de Refúgio

Segundo as duas mulheres, após a aceitação, surgiu a ideia de fundar uma igreja inclusiva, que aceita as pessoas com histórias semelhantes as delas. “Nosso objetivo é o de acolher aqueles que durante tanto tempo sofreram preconceito, foram excluídos e colocados à margem da sociedade, sejam homossexuais, transexuais, simpatizantes”, diz Lanna.
Assim, a Comunidade Cidade de Refúgio foi inaugurada no dia 3 de junho na Avenida São João, no Centro de São Paulo. Segundo as pastoras, em menos de 2 semanas o número aumentou de 20 fiéis para quase 50. Mas o casal ressalta que o local não é exclusivo para homossexuais. “Nós recebemos fiéis heterossexuais também, inclusive famílias”, diz Rosania.
Apesar do aumento de fiéis, as duas não deixaram de destacar as retaliações que têm recebido de outras igrejas através de e-mails, telefonemas e programas de rádio e televisão. “A gente não se espanta, pois desde quando eu e a pastora Rosania tivemos o nosso envolvimento inicial, em vez de essa estrutura chamada igreja nos ajudar, foi onde fomos mais apontadas e julgadas. Mas não estamos preocupadas, não. Viemos preparadas para isso”, afirma Lanna.
Fonte G1

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terça-feira, 10 de junho de 2014

Pastor apoia evangélicos acusados de urinar em santa e quase é linchado por católicos

População se manifesta contra pastor Poroca em Carrapateira
Pastor apoia evangélicos acusados de urinar em santa e quase é linchado por católicosCatólicos quase lincham pastor acusado de apoiar atentado contra santa
Na noite do último domingo (8) dezenas de católicos se reuniram em Carrapateira, sertão da Paraíba, para se manifestar contra o pastor Luiz Lourenço, mais conhecido como Pastor Poroca.
O religioso, famoso naquela região, é apontado como o incentivador de um grupo de evangélicos que urinou e queimou uma imagem de Nossa Senhora.
Poroca foi até a cidade de Carrapateira, na região de Cajazeiras, para prestar apoio aos fiéis de sua igreja, a Igreja Pentecostal Rios de Águas Vivas, que são apontados como autores da destruição da imagem.
Um carro da polícia do 14ª Batalhão Militar precisou escoltar o religioso, mas nem a presença dos guardas afastou a multidão que estava pronta para atacar o pastor. Segundo relatos do jornal Diário do Sertão, os católicos estavam reunidos na porta da igreja evangélica e os ânimos estava “inflamados” por conta da presença do pastor Poroca.
Os populares vaiaram e gritavam palavras de ordem contra o evangélico. “Revoltado, o pessoal colocou o pastor para ir embora. Ele foi embora abaixado dentro da viatura, sob intensas vais”, disse uma testemunha ao Diário do Sertão. “Se tivesse ficado um pouco mais o povo ia linchar ele”, garantiu outra testemunha.
Assista:
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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Quase 800 esqueletos de bebês são encontrados em convento na Irlanda

Quase 800 esqueletos de bebês são encontrados em convento na Irlanda
Quase 800 esqueletos de bebês são encontrados em convento na Irlanda

O local abrigava mães solteiras e há relatos de que as crianças que não eram adotadas sofriam de desnutrição e outras enfermidades.

Nesta quarta-feira (4) quase 800 esqueletos de crianças foram descobertos ao lado de um antigo convento católico em Tuam, na Irlanda.
O local abrigou entre 1925 e 1961 jovens mães solteiras e as crianças, 796 exatamente, entre recém-nascidas até 8 anos idades, foram enterradas sem caixão e sem lápide provavelmente pelas freiras do convento.
Quem descobriu os restos mortais foi a historiadora Catherine Corless que sempre ouviu falar em um cemitério para recém-nascidos que ficava ao lado o Convento Santa Maria, que era administrado pelas freiras do Bom Socorro.
Em 1975 uma fossa comum foi descoberta pelos vizinhos do antigo convento e acreditava-se que os ossos eram de vítimas da grande fome que assolou a Irlanda no século XIX. O convento foi derrubado há anos e casas foram construídas no local, menos a área da fossa comum que estava sendo cuidada pelos vizinhos.
Segundo a historiadora o Convento Santa Maria (St. Mary) era um local que abrigava mulheres solteiras grávidas que na época eram chamadas de ‘mulheres perdidas’ sendo expulsas de suas casas.
Por conta do desprezo da sociedade, muitas delas entregavam seus filhos à adoção. Os ossos encontrados podem ser de crianças que enfrentaram doenças como a desnutrição, algo comum nesses centros segundo documentos encontrados pelos pesquisadores.
Um relatório oficial de 1944 dizia que as crianças do convento Santa Maria de Tuam eram “fracas, de barriga saliente e esqueléticas”. Outras causas da morte eram sarampo ou tuberculose, segundo registros do próprio convento.
As 796 crianças só não foram enterradas dignamente por não serem filhos de casamento, sendo impedidas pela Igreja Católica de receberem o batismo e serem enterradas em campos santos.
Um comitê foi criado para arrecadar dinheiro e erguer um monumento com o nome e idades de todas as crianças. O arcebispo de Tuam, Michael Neary, disse que se reunirá com as superiores da ordem do Bom Socorro para ajudar com a tarefa.
Com a notícia da descoberta dos ossos, o arcebispo de Dublin, Diarmuid Martin, se comprometeu a investigar os lares irlandeses para mães solteiras e o secretário de Estado de Educação, Ciaran Cannon, pediu a abertura de uma investigação. Com informações G1
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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Evangélicos mijam e queimam imagem de Nossa Senhora na região de Cajazeiras

O Padre Querino Pedro, administrador da Paróquia Santo Afonso, na cidade de Carrapateira, região de Cajazeiras lamentou nesta terça-feira (03), a destruição da imagem de Nossa Senhora por algumas pessoas evangélicas.
“Mijaram em cima da imagem, jogaram gasolina e queimaram Nossa Senhora. Dizem que os católicos estão condenados ao inferno”. Lastimou o padre
O religioso destacou também a preocupação das mães, pois as crianças estão sendo taxadas de que estarem “condenadas ao inferno”. 
O padre disse que essas declarações são feitas por evangélicos até nas escolas, e isso está deixando os católicos constrangidos e as crianças amedrontadas.  “Estão fazendo a cabeça das crianças para repudiarem Nossa Senhora”
Querino denunciou ainda que estão pichando as paredes da igreja com palavrões. “Estão também chamando os católicos de baratas pretas”.
Segundo o padre, as pessoas que estão fazendo esse tipo coisa pertencem a igreja dirigida por Luiz Lourenço, mais conhecido por Pastor Poroca. Ele informou que não procurou a polícia para denunciar o caso.
Entenda
Pastor Poroca ficou conhecido no Brasil inteiro por declarações fortes contra a Igreja Católica e contra o homossexualismo.
Em sua última participação na imprensa, Poroca falou sobre o caso da santa que chorou durante um velório no bairro das Queimadas em Marizópolis, região de Sousa.
De acordo com testemunhas, familiares e amigos estavam no velório do senhor Antônio Nonato que tinha 77 anos, quando um dos funcionários da funerária percebeu que havia lágrimas nos olhos da imagem da santa que estava pendurada em uma parede ao lado do caixão do morto.
Poroca afirmou que não procede a informação que a Santa chorou. “É mentira, nem os vivos estão mais chorando no mundo de hoje, imagine só uma imagem feita de papel, é tudo espirito de demônio”, disse o reverendo.
Ainda de acordo com Poroca, a bíblia condena as pessoas que adoram as imagens de esculturas. “Eu publico a verdade, quem adora imagens de esculturas irá queimar nos caldeirões do inferno”, concluiu.
Veja vídeo!

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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Vaticano aceita de volta padre que deixou a batina para se casar



Ele ficou quase doze anos afastado e hoje voltou a ser responsável por uma paróquia

O Vaticano aceitou o pedido de reintegração feito pelo padre Francisco José Cabrini que foi desligado da Igreja Católica há mais de dez anos para poder se casar com uma fiel.
Francisco, 45 anos, foi ordenado a padre no Piauí quando tinha 28 anos realizando um sonho de infância, mas cinco anos depois se apaixonou por uma mulher e pediu o afastamento da igreja.
O casamento do ex-padre durou cinco anos, mas o divórcio só saiu depois de 11 anos, quando ele foi até o colegiado do Piauí pedir para voltar a ser ordenado como padre. O colegiado aceito o pedido de reordenamento, mas a palavra final teria que vir do Vaticano. Por dois anos Francisco Cabrini precisou aguardar o parecer que só foi dado na semana passada.
Em entrevista ao G1 Cabrini recordou seu desejo de ser padre e como foi deixar a batina e passar a trabalhar de professor de filosofia. Sobre o fim do casamento, ele comenta o desgaste da relação e o chamado ministerial que falava mais alto.
“O casamento começou bem, mas ao longo do tempo foi se desgastando e minha vontade de voltar à igreja falava mais alto. Por este motivo, acredito também que não tivemos filhos”.
Depois do divórcio a ex-mulher adoeceu e em 2013 faleceu vítima de câncer. Nessa época ele já aguardava a aprovação de seu retorno ao cargo de padre. Com o pedido aceito, Cabrini recebeu o convite de celebrar uma missa na mesma igreja onde conheceu sua ex-mulher, em Água Branca.
Foram quase 12 anos de afastamento da igreja, sua última missa naquela igreja foi realizada em 17 de novembro de 2002 e a mais recente aconteceu neste domingo de Páscoa, 20 de abril.
“Quando saí, não houve tanta polêmica, as pessoas me respeitaram e compreenderam porque sabiam da minha honestidade, a minha família que não aceitou muito. Depois de me separar e resolver que queria voltar, me sinto muito acolhido pela comunidade e minha família ficou muito feliz”, disse ele que foi recebido com muita festividade pelos fiéis.
Agora Francisco Cabrini é responsável pela comunidade pastoral da região da Vila do Avião, na Zona Leste de Teresina, capital piauiense. Fora isso ele continua a trabalhar como servidor público atuando como técnico de gerência estadual de educação.
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Vaticano destituiu 884 padres acusados de pedofilia nos últimos dez anos

Mais de 2.570, sacerdotes porém, receberam outras punições após a investigação dos casos



O Vaticano revelou dados a respeito dos sacerdotes que foram afastados de seus cargos por conta de casos de pedofilia. O representante da Igreja Católica na ONU, Silvano Tomasi, afirmou que 3.420 casos foram investigados e 884 sacerdotes foram destituídos e afastados.
Os dados apresentados são referentes aos últimos dez anos e foram mostrados para dirigentes da ONU durante uma reunião em Genebra (Suíça) na última terça-feira (6).
Tomasi explicou aos presentes que a Santa Sé só pode julgar os casos cometidos dentro do Vaticano, nos demais países os bispos ficam responsáveis por receber essas denúncias e encaminhá-las para a Congregação para a Doutrina da Fé que deve analisar e decidir sobre os casos.
“A Santa Sé não tem competência para julgar os pedófilos fora do Estado do Vaticano, mas sim realizar procedimentos eclesiásticos contra quem pesam abusos a menores”, disse ele.
A congregação local deve estudar as denúncias e só depois condenar o sacerdote a uma pena canônica. “Caso o clérigo seja declarado culpado, a pena canônica mais extrema é a separação do entorno clerical”, disse Tomasi.
Todos esses dados foram solicitados pela relatora do Comitê da ONU contra a Tortura, Felice Gaer, que queria saber sobre os sacerdotes investigados pela congregação. Gaer queria informações sobre quantos sacerdotes católicos foram condenados.
“De 2004 a 2013, a Congregação analisou 3.420 casos críveis de abusos a menores de 18 anos”, disse Tomasi. Foram 730 casos em 2004, 184 em 2005, 213 em 2006, 216 em 2007, 191 em 2008, 196 em 2009, 464 em 2010, 402 em 2011, 418 em 2012 e 401 em 2013.
Os dados apresentados mostram que em 2.572 casos os sacerdotes não foram destituídos de seus cargos, as penas aplicadas, porém, não foram especificadas pelo representante do Vaticano.
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Padre mexicano é acusado de 100 casos de abusos contra crianças

O porta-voz o arcebispo de San Luis Potosí confirmou um processo contra o religioso por pederastia


Um cartaz gigante colocado na capital de San Luis Potosí, no México, pede para que vítimas de abuso sexual cometidos por um padre o denunciem.
A foto do religioso está estampada para que as vítimas possam o reconhecer ao lado da inscrição: “¿Fuiste víctima? ¡Denuncialo!” [Foi vítima? Denuncie-o] com os dados para realizar a denúncia, tanto por e-mail como através do Facebook de uma fundação de apoio às vítimas.
O nome do religioso é Eduardo Córdova, ele é acusado de abusar de mais de cem crianças que estudavam em uma escola privada localizada em San Luis Potosí, capital do estado de mesmo nome.
O procurador de Justiça Miguel Covarrubias está acompanhando as investigações e pediu para que o arcebispo da região, Carlos Cabrero, para que ele repasse os arquivos com todas as denúncias feitas contra o sacerdote.
Em resposta, o porta-voz do arcebispado de San Luis Potosí, Jesús Priego, reconheceu durante entrevista coletiva que existe um arquivo aberto no Vaticano que investiga Córdova por pederastia.
O padre Eduardo Córdova é uma figura influente na região, ele já atuou no Conselho Cidadão pela Transparência, ao lado do governo local, e também no Conselho dos Direitos Humanos.
A campanha no outdoor pretende estimular as vítimas a fazerem denúncias para que o padre seja punido por conta desses crimes cometidos. Com informações R7
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