Quem fundou, quando e por quê?
A Igreja Católica menciona o ano 33
d.C. como a data da sua fundação. Isto vem do fato de que toda ramificação do
cristianismo costuma ligar a sua origem à Igreja fundada por Jesus Cristo. Porém,
quanto ao desenvolvimento da organização eclesiástica e doutrinária da Igreja
Romana é muito difícil fixar com exatidão a data de sua fundação, porque o seu
afastamento das doutrinas bíblicas deu-se paulatinamente. A Igreja Católica
Romana considera o apóstolo Pedro como a pedra fundamental sobre a qual Cristo
edificou a sua Igreja. Para fundamentar esse ensino, apela principalmente, para
a passagem de Mateus 16:16-19. Numa simples comparação entre a teologia
vaticana e a Bíblia, a respeito do apóstolo Pedro e sua atuação no elo da
igreja nascente, descobre-se quão absurda é a interpretação romanista à
respeito da pessoa e ministério desse apóstolo do Senhor. Mesmo numa
despretensiosa análise do assunto, conclui-se que: Pedro jamais assumiu no seio
do cristianismo nascente a posição e as funções que a teologia católica romana
procura atribuir-lhe. Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos
profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra de esquina (Efésios 2:20).
Diz o próprio apóstolo Pedro: "Este Jesus é a pedra rejeitada por vós, os
construtores, a qual se tornou a pedra angular" (Atos 4.11; Marcos 12:10 e
11; Romanos 9:33; I Coríntios 10:4 e I Pedro 2:4).
Purgatório - A idéia do
purgatório por incrível que parece tem suas raízes no Budismo e em outros
sistemas religiosos da antiguidade. Até a época do papa Gregório I, porém, o
Purgatório não tinha sido oficialmente reconhecido como parte integrante da
doutrina romanista. Esse papa adicionou o conceito de fogo purificador à
crença, então corrente, de que havia um lugar entre o Céu e o inferno, para
onde eram enviadas as almas daqueles que não eram tão maus, a ponto de
merecerem o inferno, mas também, não eram tão bons, a ponto de merecerem o Céu.
Assim, surgiu a crença de que o fogo do Purgatório tem poder de purificar a
alma de todas as suas escórias, até fazê-la apta a se encontrar com Deus.
A crença de orar pelos mortos - É de se
supor que a prática romanista de interceder pelos mortos tenha-se gerado da
falsa interpretação às seguintes palavras de Paulo: "Antes de tudo, pois,
exorto que se use à prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça,
em favor de todos os homens" (I Timóteo 2:1).
A crença de que a Missa é capaz de
resgatar pecadores do Purgatório - As missas
são tidas como os principais recursos empregados em benefício das almas que
estão no Purgatório, pois, segundo o ensino romanista, a missa beneficia não só
a alma que sofre no purgatório, como também acumula méritos àqueles que as
mandam dizer.O princípio do evangelho cristão é de prestar Culto racional a
Deus que é digno de todo louvor, toda honra e toda a glória. Boa parte das
missas são contratadas financeiramente para resgatar pecadores do purgatório ou
prestar culto aos mortos, são as chamadas missas de Sétimo Dia.
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