I) INTRODUÇÃO
II) TESTEMUNHOS
III) ARGUMENTOS A FAVOR DO HOMOSSEXUALISMO
IV) CAUSAS, DESENVOLVIMENTO E
CONSEQÜÊNCIAS DO HOMOSSEXUALISMO
V) O QUE A BÍBLIA DIZ
VI) PASSOS PARA A CURA
VII) A MÍDIA (PRÓ E CONTRA)
VIII) ALGUMAS PERGUNTAS
IX) A IGREJA E OS
HOMOSSEXUAIS
X) MINISTÉRIOS DE AJUDA
I - INTRODUÇÃO
Devido ao crescente interesse da sociedade pelo
homossexualismo, e à contínua imposição desse comportamento pela mídia
televisiva, impressa e radiofônica, além de toda literatura que ocupa as
principais prateleiras das livrarias e bancas de jornais, decidimos publicar a
apostila que o prezado(a) leitor(a) agora tem em mãos.
Esta apostila tem por objetivo esclarecer as
principais dúvidas sobre o tema e desfazer alguns mitos propositalmente criados
pelos militantes do movimento gay. Nosso desejo é que cada pessoa que tiver
acesso a este material possa examiná-lo de mente aberta e compreender que o
homossexualismo jamais dará a última palavra na vida daqueles que buscam em
Deus a porta de saída. Se isso acontecer, já nos sentiremos recompensados. Boa
leitura!
II -
TESTEMUNHOS
VERA LÚCIA
ESPÍNDOLA
Uma das maiores preocupações atuais, principalmente
em países do Terceiro Mundo, é o problema dos meninos de rua. Já se sabe que a maioria dessas crianças vai
para a rua por não suportar os maus tratos em casa. Algumas dessas crianças, além da violência
sofrida, são também vítimas indefesas de abusos sexuais. O que o governo pode fazer para dar um basta
em tudo isso? E nós, cristãos
evangélicos, o que devemos fazer com o mal que fizeram conosco?
Gostaria de alertar aos pais que vigiassem mais seus
filhos e dialogassem com eles diariamente para saber se estão sendo vítimas de
“lobos devoradores”. E, para ajudar aos
que sofreram e perderam o prazer de uma vida sadia, resolvi contar a minha
história. Lendo o meu testemunho você
vai saber porque os lírios nascem no lodo e porque, também, o extraordinário
Deus da Bíblia transforma maldição em bênção. Prepare seu coração.
Meu nome é Vera Lúcia Espíndola e tenho 33
anos. Desde pequena era alegre,
simpática e despertava a atenção de todos – principalmente dos adultos. Eu gostava de beijar as pessoas, abraçar e
fazer carinho. Tudo para mim era pureza
e inocência até que, aos nove anos, por ter o corpo bem desenvolvido, comecei a
ser vítima da sedução de alguns adultos.
Eram dois homens próximos da família e sedentos de sexo...
O primeiro tirava minha roupa e tentava me estuprar. Eu ficava confusa e com muito medo. E ele, por receio de ser descoberto, desistia
antes da penetração. O segundo
acariciava meus seios e me beijava maliciosamente. Ele dizia que estava fazendo aquilo porque
“um dia alguém vai fazer mesmo. Eu só estou
adiantando”.
Um não sabia do outro. Mas eu, sozinha e assustada, era vítima dos
dois. Foi nessa época que comecei a
sentir medo dos olhares masculinos.
Comecei a achar que os homens, rapazes e meninos me viam somente como
objeto de desejo.
Na adolescência comecei a participar de quase todas
as atividades da igreja católica.
Buscava um refúgio para minha alma.
Eu queria ser freira “só para não ter de casar”, pensava. Lutei para entrar no convento, mas minha mãe
me impediu. Ela não me deixou viajar
para Minas Gerais e realizar esse estranho desejo. Ela parecia adivinhar meus pensamentos. Afinal, seu sonho era que eu me casasse e lhe
desse netos.
Nessa época, então, comecei a namorar. Namorei muito, mas os rapazes só desejavam
meu corpo e queriam carícias muito íntimas.
Eles não se preocupavam em conversar comigo e ser meus amigos
também.
Comecei a namorar um rapaz no colégio e gostar muito
dele. Mas, pouco tempo depois, perdi a
virgindade com ele. Fui vítima de uma
armadilha sua e forçada a ter relação sexual.
Passei a me sentir mais podre do que na infância. Mesmo traumatizada, continuei minha busca por
um namorado que me respeitasse e fosse meu amigo também. Foi assim que conheci Arnaldo.
Ele era tudo o que eu esperava de um namorado. Ele me conquistou com carinho, amizade e
paciência. Resolvi, então, sair de casa
com Arnaldo. Ele vivia num barracão de candomblé.
Lá fiquei estupefata com tudo o que vi.
Os homens se beijavam na boca e as mulheres também. Começou a nascer uma curiosidade dentro de
mim. Pouco tempo depois voltei para
casa, mas continuei a freqüentar o centro de candomblé e a namorar Arnaldo até
que...
Um dia descobri que ele tinha um caso com o
pai-de-santo do terreiro. Arnaldo também
era gay. Fiquei profundamente
decepcionada.
Quem me contou a verdade foi Tania, a irmã do
pai-de-santo. Ela me preparou
emocionalmente, me tratou com muito carinho e me contou tudo. Aproveitando-se do meu momento de carência,
ela me fez “entender” que os homens não sabiam dar amor verdadeiro a uma
mulher, mas outras mulheres sim. Ela já
estava
apaixonada por mim e conseguiu me convencer a ser
sua amante. Saí de casa mais uma vez e
fui morar com ela.
Não demorou muito para ela começar a me humilhar na
presença de outras pessoas e até me agredir com socos no rosto. Ela era uma moça muito feia e mal-cuidada,
mas eu não tinha forças para deixá-la.
Todos diziam que ela havia feito macumba para mim por causa do contraste
da nossa aparência e até personalidade.
Eu já estava com 17 anos e, com muito esforço, terminei o relacionamento
e voltei para casa.
Mas ela não me deixava em paz querendo voltar. O pai-de-santo também começou a me
ameaçar. Ele dizia que se eu não
“fizesse o santo” (raspar a cabeça e ficar sete dias num quarto entre comidas
podres, ratos e baratas), eu pagaria muito caro. Segundo ele, os guias iam me botar louca, no
hospício. Poucas semanas depois aquela
profecia diabólica se cumpriu.
Um dia eu saí do colégio e minha ex-namorada me
seguiu até à estação de Vigário Geral (subúrbio do Rio de Janeiro) tentando me
convencer a continuar o caso. Eu
insistia que não, mas ela discutiu comigo até depois das 23 horas. O último trem já havia passado e o que nós
não sabíamos era que estávamos sendo espreitadas.
Dois homens apareceram “do nada”, nos agarraram e
nos levaram para um matagal próximo. Ali
nós duas fomos estupradas e abandonadas.
Poucos dias depois eu estava internada em um hospício, louca. O trauma foi muito grande e comecei a ter
problemas mentais. Esquecia tudo. Minha virou um inferno e fui internada três
vezes em hospitais psiquiátricos – inclusive no Pinel. A profecia maligna tinha se cumprido e
aqueles guias infernais tentaram, durante anos, me matar.
Mesmo em meio a tantas tribulações quase consegui
reestruturar minha vida. Tornei-me
adulta e, adquirindo mais experiência no lesbianismo, resolvi ter um caso fixo
com uma mulher madura e responsável. Foi
aí que conheci Sandra e começamos a nos relacionar.
Roberto, um colega do escritório onde trabalhava,
sabia dos meus envolvimentos no lesbianismo.
Ele me achava bonita, simpática e feminina e, por isso, resolveu me
ajudar como amigo. Ele era casado e não
escondia isso. Roberto começou a me
mostrar que muitos homens tinham caráter e que eu poderia ser plenamente feliz
ao lado de um deles. Com o passar do
tempo a amizade foi se transformando em admiração. Pouco tempo depois eu estava apaixonada por
ele.
Mais algumas semanas e eu estava grávida de
Roberto. Resolvi sair do emprego. Sandra resolveu assumir a criança e fomos
morar juntas “maritalmente”. O bebê
nasceu. Era um menino, a quem chamei de Leandro. Roberto não conhecia o filho.
Quando Leandro fez quatro anos tive uma experiência
que mudaria toda a minha história: fui
alcançada pelo amor de Deus em Jesus Cristo.
Comecei a enxergar tudo o que fazia de errado e ter vontade de
mudar.
Terminei o relacionamento com Sandra. Pedi forças a Deus e abandonei o
espiritismo. Os “guias” começaram a me
ameaçar de morte. Fiquei com uma doença
que me impedia de andar. Mas Jesus logo
me curou. Comecei a freqüentar uma
igreja evangélica e meu coração saltava de alegria em meio aos louvores a Deus. Era a paz que eu sempre desejei.
Alguns meses após minha conversão reencontrei
Roberto e ele, então, conheceu o filho Leandro – hoje com oito anos. Seu casamento havia acabado há alguns anos e
estava em processo de divórcio. Roberto
entregou sua vida a Jesus e se firmou no evangelho. Cerca de dois depois nos casamos e tivemos
mais dois filhos: Thiago e Lidiane.
Como todas as pessoas eu também tenho
problemas. Porém, o mais importante é
que Deus restaurou a minha vida, a minha mente, as minhas emoções. Hoje eu sou
uma nova pessoa. Aleluia!
Desde que me converti passei a orar e pregar o evangelho
para Sandra. E, mais uma vez, vi a
glória de Deus. Foi um milagre que
transbordou minha alma de alegria: Sandra, minha ex-amante, teve uma
experiência com Deus que também deu uma guinada em sua vida. Através de um sonho, o Espírito Santo lhe
falou para abandonar a idolatria e o espiritismo e servir a Jesus Cristo. Aquela mulher que tinha o coração fechado ao
evangelho obedeceu e também foi transformada por Deus. Até mesmo sua aparência mudou. Os vizinhos são testemunhas disso. Os sambas que tocavam em sua loja deram lugar
a louvores e cartazes com mensagens de esperança e fé. Louvado seja Deus!
Amigo leitor, Deus pode transformar o ódio em amor,
a tristeza em alegria e a morte em vida.
Basta somente pedir a Jesus que entre em seu coração e tome conta do seu
ser. Tudo vai mudar para melhor,
pois foi ele mesmo quem disse: “Eis que estou à porta e bato; se alguém
ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa (coração), e cearei
com ele e ele comigo.” (Ap 3.20)
JOÃO LUIZ
SANTOLIN
Ninguém pode negar que nesse fim de século o mundo
tem vivido uma conspiração universal a favor do homossexualismo. Toda a mídia
(escrita, falada e televisada) - inclusive a Internet- tem se aberto para
discussões acerca dessa polêmica questão. Alguns chegam a afirmar que “o
homossexualismo é o sexo do Terceiro Milênio”.
Os grupos de militância gay vivem brigando
publicamente contra o preconceito que os atinge. Eles exigem da sociedade mais
respeito e privacidade pela escolha que fizeram, mas pouco respeitam a
privacidade dos homossexuais que não querem assumir seu estilo de vida
publicamente - principalmente artistas e pessoas públicas
No Brasil isso está simplesmente começando, enquanto
nos EUA essa prática já é rotina. Vários astros de Hollywood são pressionados a “sair do
armário”( assumir sua homossexualidade) - alguns dos quais acusados
injustamente. Algumas biografias não autorizadas também são usadas para este
fim. Essa estratégia objetiva mostrar ao mundo que uma pessoa muito bem
sucedida intelectual e profissionalmente pode viver sua homossexualidade de uma
forma “muito bem resolvida”. Isso estimularia pessoas comuns a seguirem o
exemplo de seus ídolos.
Enquanto isso, os gastos com o flagelo da AIDS e de
outras doenças sexualmente transmissíveis aumentam vertiginosamente em todo o
mundo. E a lista das vidas ceifadas também.
A igreja do Senhor Jesus Cristo não pode se calar
diante de tamanho desafio. Os servos de Deus foram chamados para ter voz
profética e falar de libertação, cura e salvação: “...para edificares e
plantares”. Mas também foram chamados para falar de juízo: “para arrancares e
derribares, para destruíres e arruinares..”(Jr 1:10). Temos o dever de mostrar
o caminho da cura e da restauração aos que desejam arrependimento, mas também o
das terríveis conseqüências físicas, emocionais e espirituais para os que
insistem em amar o pecado.
Motivado por esses fatos, resolvi compartilhar o meu
testemunho. Certamente ele servirá para que pessoas que vivem o que eu vivi
tenham uma nova esperança e queiram a
graça de Deus transformando suas vidas
diariamente.
Meu nome é João Luiz Santolin e tenho 34 anos. Sou o
quinto dos seis filhos que meus pais tiveram. Minha infância foi marcada por
muitas dificuldades financeiras num subúrbio do Rio. Nessa época eu ia sempre
assistir televisão na casa de um colega vizinho, pois a nossa velha TV vivia
com defeito.
Desde cedo percebi que meu pai era muito agressivo
com a família. Ele era muito trabalhador - era funcionário da TV Globo -, mas
bebia diariamente e criava grandes confusões dentro de casa. Ele sempre nos
agredia com palavras ou fisicamente. Minha mãe era um dos seus maiores alvos. O
amor que eu sentia por ele se transformou em repugnância. Eu não suportava nem
mesmo ouvir sua voz.
Um dia, ao chegar da escola, fui brincar em um
matagal que rodeava minha casa. Tive uma experiência que me marcaria pelo resto
da vida. Ao entrar no mato vi muitas borboletas que sobrevoavam minha cabeça.
Peguei uma pequena tábua e comecei a matá-las. Eu queria como que extravasar
algo de dentro de mim. Talvez fosse uma revolta inconsciente por tudo que
sofria.
Enquanto olhava para o chão e via um tapete de
borboletas mortas aos meus pés, “desceu” uma voz, que me fez tremer na alma,
dizendo: “Pára de destruir o que eu criei! Você não tem esse direito”. Quase
desfalecido de susto, larguei a tábua e corri, tentando me esconder. De uma coisa eu tinha certeza: aquela voz era
a voz de Deus.
Passado certo tempo, eu estava na casa de um dos
meus colegas vendo televisão. Eu estava sozinho no quarto com seu pai. Deitado na cama, ele inventou algumas
brincadeiras “inocentes” para brincar comigo.
Tirou a roupa e fez com que eu acariciasse seu corpo. Eu tinha cerca de sete anos nessa época e não
consegui perceber a malícia do que ele fazia.
Passei a ser alvo de um processo de sedução dele e de seu cunhado que,
inclusive, tentou me violentar. Eu
sentia um misto de curiosidade, prazer, medo e culpa. Assim, em pouco tempo, em
função da atenção que eles de me davam e da ausência afetiva do meu pai, passei
a manter um vínculo afetivo e emocional com eles.
Ainda nessa época eu peguei uma das chupetas de um
despacho de macumba para “brincar” carnaval. Eu estava de mãos dadas com minha
mãe quando chegou um homem todo de preto que me agarrou dizendo que ia me levar
embora com ele. Fiquei desesperado e chorei convulsivamente. Alguns minutos
depois, ao ver o meu estado de choque, ele deu várias gargalhadas, acariciou
minha cabeça e disse que tudo era brincadeira. Nunca entendi o por quê, mas,
como estava começando a ler e escrever, acordei no outro dia tentando escrever
na parede que estava sentindo uma saudade profunda dele.
As peças do quebra-cabeça diabólico estavam se
encaixando sob o comando do inimigo e eu, incompreensivelmente, comecei a me
apaixonar por pessoas do mesmo sexo.
Na adolescência, a primeira imagem que me veio à
mente quando descobri a masturbação foi a das seduções que sofria. Mais uma vez o prazer e o medo se cruzavam. Isso me levou a buscar refúgio na religião. Na paróquia que freqüentava, o sacristão se
apaixonou por mim e várias vezes beijou a minha boca na sacristia.
O conflito aumentava na mesma proporção em que meu
aspecto masculino diminuía. Comecei a ter uma aparência bastante feminina. Alguns homens nas ruas do bairro diziam não
acreditar que eu era um menino e apalpavam meu corpo - muitas vezes com
intenções eróticas. A essa altura, o apelido mais simples que eu tinha era
“bicha” e o convite mais comum era para transar com os colegas e homens casados
do bairro. Apesar do desejo que explodia dentro de mim, consegui me dominar e
não me relacionar por ali.
Aos 14 anos comecei a trabalhar e ter mais
liberdade. Meu local predileto de diversão - e inquietação interior - passou a ser os cinemas “poeirinhas”, onde
assistia a toda sorte de filmes pornográficos. Ali os homossexuais jovens eram
alvo de todo tipo de carícias dos mais velhos ( homens de meia idade e
velhinhos de até 70 ou 80 anos que mendigavam um pouco de atenção sexual). Pouco tempo depois, cansado de cinemas e
outros “points” gays, resolvi aceitar os convites e parti para o ato sexual em
si. Não tinha mais forças para lutar
contra essa tendência.
Aos 17 anos comecei a cantar em serestas. Foi nessa época que descobri que um certo
cantor, que sempre via na TV, era gay.
Consegui seu telefone e em pouco tempo já estava num enorme apartamento
da zona sul do Rio tendo um relacionamento homossexual com ele. Na verdade, eu queria sair da pobreza, ter
dinheiro e fama e o usaria para isso - apesar do respeito que passei a nutrir
por ele.
Três meses antes, no entanto, um colega de trabalho
havia pregado o evangelho para mim. Ele dizia que Jesus Cristo ia voltar para
arrebatar (levar para o céu) os que obedeciam a sua palavra e não viviam
praticando o pecado. Eu nunca tinha ouvido aquilo nas missas, mas descobri que
estava na Bíblia. Senti-me profundamente ameaçado. Eu sabia que não “subiria”
se continuasse daquela forma. Mas, mesmo
com esse temor no coração e crendo nessa verdade, eu “não tinha tempo” para
aceitar os convites do colega e assistir a um culto evangélico.
Hoje como cristão, sei que o Espírito Santo visita o
homem em qualquer lugar do Cosmos para convencê-lo da justiça, do pecado e do
juízo. O Espírito Santo não tem
preconceito, como muitos de nós. Ele
visita prostitutas nos meretrícios, traficantes em bocas-de-fumo, homossexuais
em boates gays, milionários e famosos depressivos em suas fortalezas
solitárias, enfermos em seus leitos etc. E foi exatamente numa dessas explosões
da misericórdia de Deus que o Espírito Santo me visitou.
Eu estava literalmente me relacionando com aquele
cantor quando ouvi a mesma voz que falou comigo quando eu tinha sete anos: “Eu não te criei para viver assim! Você precisa se arrepender!” Quase não suportei mais ficar de pé. Tive vontade de cair de joelhos naquele
momento, chorar muito e pedir perdão a Deus.
Mas não tive coragem. O orgulho falou
mais alto. Achei que passaria muita
vergonha diante daquele homem. E completamente desnorteado, terminei aquela
relação e fui embora. Chorei muito no
ônibus. Era dia 31 de dezembro de
1982. Saí dali para nunca mais voltar.
Comecei a me render a Deus e, para que eu não
tivesse dúvidas, três meses depois Ele me deu um sonho (que mais pareceu um
êxtase) onde eu vi o arrebatamento da igreja acontecendo. O mundo havia virado
um caos. Tudo estava em ruínas pelos ares e a atmosfera era impregnada de
angústia, dor e ranger de dentes. Acordei impactado com a revelação e o Senhor
me disse que estava confirmando a palavra que seu servo pregara para mim. Foi
assim que entreguei a minha vida a Cristo e comecei a ter força para mudar.
No início não foi fácil. A pior luta é a que se trava consigo
mesmo. Era a luta contra aquela velha
natureza que teimava em permanecer dentro de mim. Mas eu descobri na Palavra de Deus um
versículo fundamental para a libertação do ser e a cura da alma: “O que encobre
as sua transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará
misericórdia”. (Pv.28:13). Foi essa palavra que me fez buscar a ajuda de
pastores e terapeutas cristãos. Eles me
ajudavam constantemente com a oração e o coração, com conselhos e “com seus
ouvidos”. Louvado seja Deus! Ele é real!
Aleluia!
Comecei a entender que toda aquela amargura e falta
de perdão que carregava por meu pai e pelos que me seduziram tinha que ser
desarraigada do meu peito. Ajoelhei-me,
pedi forças a Deus, e o Espírito Santo me ensinou a perdoar. O perdão traz cura e libertação. Comecei a me sentir mais gente, ter força
para estudar, trabalhar e vencer na vida.
Os assédios, as tentações, orgulho e egoísmo, as deformidades da alma
são vencidos diariamente pela graça de Deus.
É “... como a luz da aurora que vai brilhando mais e
mais até ser dia perfeito.” (Pv 4:18)
Só Jesus Cristo pode nos ajudar diariamente a viver com pureza e
santidade nesse mundo que virou uma aldeia lasciva.
Hoje, quinze anos depois, sou muitíssimo grato a
Deus por tudo o que tem feito em minha vida e família. Minha mãe,
inflexivelmente católica, rendeu-se a Cristo. Meu pai foi liberto da bebida, do
cigarro, entregou a sua vida a Jesus também. Quase todos os meus irmãos já
tiveram um encontro real com Deus. Minha família não vive mais em confusões e
conflitos, mas em paz.
Querido leitor, depois de abrir meu coração com
tanta sinceridade, eu só posso afirmar que Deus o ama muito, muito! Ele quer fazer milagres diariamente em sua
vida. O que Ele pede? O seu coração, a sua vida, o seu ser. Por mais difícil que seja o seu problema,
Deus é maior e é também especialista em impossíveis. Há algum tempo ouvi uma frase que permanece
em meu coração: “Não diga a Deus o tamanho do seu problema; diga ao seu
problema o tamanho de Deus”. Entregue sua vida a Ele e você verá um milagre
acontecer. Que Ele te abençoe em Jesus Cristo!
III -
ARGUMENTOS A FAVOR DO HOMOSSEXUALISMO
Muitos argumentos a favor do homossexualismo têm
sido levantados para justificar e/ou explicar porque alguém sente atração por pessoas do mesmo
sexo. Dentre os mais comuns destacam-se os seguintes:
1. “Homossexualismo é genético”
As pessoas que utilizam este argumento afirmam que
há “causas biológicas” para o homossexualismo.
Segundo esse argumento, os homossexuais (tanto homens como mulheres) já
nascem assim. Quem defende esta idéia procura sempre transmitir uma aparência
de verdade cientificamente comprovada e inquestionável. Estudos para provar que o homossexualismo é
genético já foram feitos, mas sem qualquer êxito. Muitos cientistas - alguns dos quais homossexuais e simpatizantes
- têm-se esforçado em achar qualquer prova, mas tudo o que conseguiram foi
fortalecer o fato de que o homossexualismo não é genético.
2. “Homossexualismo não é doença”
Se há alguma coisa que causa verdadeira cólera entre
os homossexuais é dizer que o homossexualismo é doença. Não é necessário nem utilizar a palavra
doença. Basta dizer que não é normal ou
que tem cura, para que eles logo se manifestem.
O que a maioria das pessoas não sabe é que até 1973
a Organização Mundial de Saúde (OMS), entidade ligada à ONU, afirmava que
homossexualismo era distúrbio psicológico.
Essa declaração só foi removida depois de muitas pressões dos
movimentos de militância gay e dos
homossexuais infiltrados nas altas rodas do poder. Não houve nenhuma razão
científica para essa modificação.
3. “A Psicologia admite o homossexualismo como
natural”
Existem muitos psicólogos que incentivam a prática
homossexual. Isso não deve causar
admiração alguma, pois muitos homossexuais buscam os cursos de psicologia
visando equilibrar sua própria vida emocional e acabam tornando-se os
principais incentivadores desta prática junto àqueles que os procuram na
esperança de mudar.
Contudo, a psicologia encara o homossexualismo como
comportamento adquirido e para isso fornece diversas razões. Todo psicólogo honesto procura levar seu
paciente à mudança de comportamento.
Isso nem sempre é possível utilizando apenas os conhecimentos da
psicologia, mas há diversos casos de sucesso registrados.
O próprio Sigmund Freud, o pai da psicanálise,
encarava o homossexualismo como desequilíbrio emocional.
4. “Eu nunca consegui prazer com pessoas do sexo
oposto”
Isso não é difícil de entender. É a mente que responde prazerosamente ou não
aos estímulos físicos através da visão, audição, tato etc. Se uma pessoa começa a se relacionar com
outra do mesmo sexo e alcança prazer, ela será auto-estimulada a repetir o ato
em busca de mais prazer. Cada vez que
essa pessoa praticar o homossexualismo e alcançar prazer, estará reforçando o
hábito, até chegar ao ponto de não se interessar mais pelo sexo oposto, pois
sua mente já foi condicionada pelo prazer homossexual. Entretanto, do mesmo modo que o comportamento
homossexual foi adquirido, poderá ser revertido.
5. “E o hermafrodita?”
Quem chega levantar esse tipo de argumento já provou
que não entende nada de homossexualismo, menos ainda de hermafroditismo.
Hermafrodita é a pessoa que nasce com duas
genitálias, ou seja pênis e vagina. Essa anomalia se dá na formação do feto,
mais especificamente na hora de definir o sexo do bebê.
Mas, preste muita atenção: apesar de o bebê nascer
com, aparentemente, dois órgãos sexuais, ele só manifestará uma prevalência
sexual (no hermafrodita uma genitália é falsa e outra é verdadeira) . E será justamente essa prevalência, somada
aos exames médicos sobre sua constituição orgânica que definirão qual dos dois
sexos deverá ser operado e inutilizado.
Na maioria das vezes só o órgão correspondente à sua
verdadeira sexualidade nasce no tamanho normal.
O
outro é atrofiado.
Muitas vezes, definida a sexualidade daquela pessoa, ela exercerá apenas
o seu papel sexual de homem ou de mulher - nunca os dois.
Como esses casos são raríssimos e não justificam o
homossexualismo nem mesmo na vida dos portadores dessa anomalia, é tolice
querer justificar o comportamento gay/lésbico de milhares de pessoas
fisicamente saudáveis utilizando tal argumento.
IV - CAUSAS,
DESENVOLVIMENTO E CONSEQÜÊNCIAS DO HOMOSSEXUALISMO
1. Causas
São diversas as causas do homossexualismo, porém
sempre ligadas à vida emocional e espiritual.
Há pessoas que foram iniciadas no homossexualismo
quando eram crianças - na maioria das vezes por um adulto da família ou
vizinhança. Outras pessoas foram vítimas
de abuso sexual. Outros, ainda,
cresceram em famílias desequilibradas, onde os papéis do pai ou da mãe estavam
trocados ou indefinidos. Quando o
homossexualismo não é fruto de aliciamento ou violência sexual, sua causa mais
comum é o desequilíbrio da família.
Não poderíamos deixar de citar as causas espirituais
do homossexualismo. São inúmeros os
casos de homens e mulheres que nunca sentiram qualquer atração por pessoa do
seu próprio sexo, mas que depois de certos rituais religiosos começaram a
manifestar tendências homossexuais e passaram a praticar o homossexualismo. Estes relatos vêm especialmente de pessoas
envolvidas com umbanda, candomblé, espiritismo e religiões afins.
2. Desenvolvimento
Cada pessoa desenvolve a homossexualidade de uma
forma. Umas começam a utilizar roupas e
acessórios do sexo oposto, ou seja, meninos que gostam de vestir roupas da mãe
ou irmãs, passar batom, brincar só com bonecas etc. Meninas que só vivem brincando com meninos,
têm todo jeito de menino e gostam de usar as coisas do pai.
Todavia, não podemos ser ingênuos ao ponto de pensar
que todo mundo que se torna gay ou lésbica começa assim. Pelo contrário, há meninos muito masculinos e
meninas muito femininas que podem vir a
assumir a homossexualidade mais tarde. E outros que, mesmo tendo as atitudes
que acabamos de descrever, não se tornarão homossexuais. Mesmo assim, os pais têm que estar atentos,
mas sem pânico.
Existem pessoas que sentem tremenda atração gay ou
lésbica, mas não admitem. Por isso
tornam-se os inimigos nº1 dos homossexuais quando estão em público. Fazem piadas depreciativas, xingam, batem
etc. Mas no fundo gostariam de praticar
o homossexualismo, apesar de não perceberem isso conscientemente.
Outros lutam em silêncio, mas uma vez exaustos,
assumem publicamente a homossexualidade.
O mesmo acontece com os que não se declaram homossexuais, mas levam uma
vida ativa em boates, saunas, bares, “points” em geral.
A maioria das pessoas heterossexuais (não gays ou
lésbicas) pensa que todo homossexual tem o estereótipo popularmente conhecido
como “bichinha” e toda lésbica é “sapatão” (machona). Isso é outro mito. É verdade que esse estereótipo existe, mas
não se aplica a todos. Muitos
homossexuais poderiam ser considerados “machões” à primeira vista e muitas
lésbicas verdadeiras “musas”.b As aparências enganam, e muito!
Outro mito popular é que o passivo é mais gay que o
ativo, ou seja, quem faz papel de “mulher” na relação sexual é mais homossexual
que o que faz papel de “homem”. É
importante lembrar que HOMOSSEXUAL significa “pessoa que sente atração por
outra do mesmo sexo”, independente do papel que ela desempenha na cama. Além disso, a maioria dos homossexuais apesar
de ter sua preferência, não é exclusivamente ativo ou passivo em todos os seus
relacionamentos. A maioria, senão todos,
já desempenha ou ainda vai desempenhar ambos os papéis. Isso vale para gays e lésbicas.
Há casos absurdos de vício homossexual. Só para exemplificar, gostaríamos de citar o
seguinte:
Um caso comovente foi o que nos contou o pastor
Antônio Carlos da Igreja Presbiteriana da Barra, RJ. Ele nos disse que certa vez estava
evangelizando um rapaz que tentou convidá-lo para “sair” quando ele fazia
caminhada numa praia do Rio. Foi quando
ouviu do rapaz a seguinte confissão: “Sabe, apesar de ter tentado te
conquistar, eu estou desesperado, porque quero sair do homossexualismo e não
consigo. Quando transei com um homem
pela última vez, quase vomitei. Mas não
consigo evitar a compulsão.”
Graças a Deus e à compaixão que o pastor Antonio
Carlos sente em seu coração pelos homossexuais, o jovem foi evangelizado e entregou
sua vida a Jesus Cristo, encontrando-o alguns dias depois e contando o que Deus
estava realizando em sua vida.
Há muitos outros casos que demonstram a angústia
daqueles que desenvolveram hábitos homossexuais ao longo de suas vidas.
3.Consequências.
As primeiras conseqüências do comportamento
gay/lésbico são o agravamento dos sentimentos de culpa, solidão e
depressão. Apesar do prazer momentâneo
de relação sexual, o homossexual não consegue evitar as angústias causadas por
seu comportamento.
Por causa disso, muitos homossexuais se entregam a
inúmeras aventuras, trocando de parceiros constantemente e correndo o risco de
contrair doenças venéreas e AIDS.
Além disso, correm risco de vida por saírem, na
maioria das vezes, com pessoas que não conhecem. As estatísticas brasileiras são claras: “A
cada três dias morre um homossexual violentamente.”
Mas, as conseqüências podem ser tão variadas quanto
os tipos de pessoas que praticam o homossexualismo. Por isso, há muitos que se entregam às drogas
e ao álcool. Aliás, álcool, drogas e
homossexualismo são como o famigerado Triângulo das Bermudas: muitos que entram
em seu território, nunca mais retornam.
Além das conseqüências de ordem pessoal existem
outras. A família sofre um golpe terrível ao descobrir que um dos seus membros
é gay ou lésbica. A sociedade sofre
porque o homossexualismo propicia
práticas nada saudáveis como a pornografia, as
drogas, o alcoolismo, a promiscuidade, a confusão mental (principalmente para as crianças), a
prostituição etc. Quem paga a conta é
sempre o contribuinte que
acaba tendo seu imposto aplicado nas internações
hospitalares, programa de recuperação química, encarceramento e outras
iniciativas do governo que visam restaurar o que o submundo homossexual
destruiu.
A própria AIDS que não é (diga-se de passagem)
doença de homossexuais, apareceu primeiramente entre eles e depois se espalhou
por toda a sociedade por causa das trocas indiscriminadas de parceiros. A coisa acontece mais ou menos assim:
Um homossexual que tem AIDS transa com outro
homossexual enrustido ou bissexual. Esse
contrai a doença e depois transa com a esposa ou namorada. Um dia ele conhece outro homem e se relaciona
com ele. Sem saber, transmite-lhe o
vírus. Esse homem acaba transando com
outras pessoas, e o ciclo continua.
Não poderia haver, do ponto-de-vista social, uma
conseqüência mais desastrosa do que essa para
a promiscuidade em que se encontra a nossa sociedade. Enquanto a mídia dá o seu colorido a essas
práticas, muitas famílias entram no luto por causa da perda de seus
queridos.
V- O QUE A
BÍBLIA DIZ
Antes de procurarmos saber o que diz a Bíblia sobre
o homossexualismo, seria bom sabermos o que a Bíblia diz de si mesma e por que
ela é tão relevante nessa discussão.
Em primeiro lugar a Palavra de Deus diz que “toda
Escritura é divinamente inspirada por
Deus e apta para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação
na justiça...” ( 2Tm 3.l6 ). Jesus mesmo
deu testemunho da singularidade das Escrituras Sagradas, utilizando-as para
vencer as tentações no deserto e correlacionando seus ensinos, milagres e
missão redentora ao que a lei, os profetas e os salmos disseram.
A Bíblia é a última palavra em matéria de fé e
conduta. É interessante como todas as
ciências tomam emprestado da Bíblia, mas a Bíblia não toma emprestado de
ninguém. Ela é tão suprema e imutável
quanto Aquele que a inspirou. Não se
conforma aos nossos pontos-de-vista, mas exige que nós nos conformemos a
ela. Por isso, jamais poderia ser
ignorada ao tratarmos de um tema tão relevante como o homossexualismo.
Agora que já entendemos que papel a Palavra de Deus
deve desempenhar em nossa vida, vejamos
o que ela tem a dizer sobre o tema em questão enumerando seus ensinos
para facilitar:
1. “Não tendes lido que o Criador desde o princípio
os fez homem e mulher...?”
A indagação é do próprio Jesus em Mateus 19.4 e
deixa claro que o homossexualismo contraria a intenção original do Criador, que
nunca muda.
2. “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher:
é abominação”
A declaração
é de Deus, dada a Moisés em Levítico 18.22 e deixa claro que Deus não admite a
relação homossexual sob hipótese nenhuma.
3. “Ao anoitecer vieram dois anjos a Sodoma, em cuja
entrada estava Ló assentado; este, quando os viu, levantou-se e, indo ao seu
encontro, prostrou-se, rosto em terra... instou-lhes muito, e foram e entraram
em casa dele... Mas, antes que se
deitassem, os homens daquela cidade cercaram a casa, os homens de Sodoma, assim
os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e chamaram por Ló,
e lhe disseram; onde estão os homens que à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos
deles... Porém os homens, estendendo a
mão, fizeram entrar Ló, e fecharam a porta; e feriram de cegueira aos que
estavam fora, desde o menor até ao maior, de modo que se cansaram à procura da
porta... Então fez o Senhor chover
enxofre e fogo, da parte do Senhor, sobre Sodoma e Gomorra. E subverteu aquelas cidades e toda a campina,
e todos os moradores das cidades, e o que nascia na terra.” ( Gn l9 ).
Este texto dispensa comentários, mas está
completamente de acordo com o próximo texto, sendo que o primeiro está no Velho
Testamento e o segundo no Novo Testamento, provando que Deus não mudou como
querem alguns, e que a Bíblia é una e sem contradições.
4. “Por causa disso os entregou Deus às paixões
infames; porque até as suas mulheres mudaram o modo natural de suas relações
íntimas, por outro contrário à natureza; semelhantemente, os homens também,
deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua
sensualidade, comentendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos a
merecida punição do seu erro” ( Rm 1.26 e 27 ).
Diante de tudo isso, como pode alguém dizer que a
Bíblia não fala sobre homossexualismo ou que aprova o
comportamento gay?
Todas essas passagens são apenas uma pequena parcela de tudo quanto a
Bíblia tem a dizer contra esse tipo de comportamento.
A Bíblia não apenas condena o homossexualismo. Ela também oferece esperança real ao
homossexual. O pecado não é mais velho
do que a graça de Deus. Pelo contrário,
a graça de Deus é inseparável do próprio Deus.
É por isso que na igreja do primeiro século já havia homossexuais
transformados pelo poder do evangelho.
Observe o que disse o apóstolo Paulo à igreja que estava na cidade de
Corinto, na Grécia, país em que o homossexualismo e a pedofilia eram
considerados normais:
“Ou não sabeis que os injustos não herdarão o Reino
de Deus ? Não vos enganeis: nem impuros,
nem idólatras, nem adúlteros, nem
efeminados, nem sodomitas ...Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes,
mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo
e no Espírito de nosso Deus.”(1 Co 6.9-11 ).
É maravilhoso saber que há perdão e cura para o
homossexual. O mesmo Deus que projetou e
executou a criação do homem e da mulher é plenamente capaz de consertar o que o
pecado danificou. O homossexualismo não precisa
ser a última palavra na vida de ninguém.
Deixe que Jesus dê a última palavra: “Se vós permanecerdes na minha
Palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a
verdade vos libertará” (Jo 8.3l e 32).
VI- PASSOS PARA A CURA
Alguns tipos de estilo homossexual são: os assumidos, os enrustidos e os iludidos.
Os assumidos são os que decidiram reconhecer sua
própria homossexualidade e tornaram-na pública.
Não tem constrangimento em agir como gays ou lésbicas abertamente.
Os enrustidos são os que, mesmo reconhecendo-se
homossexuais, não agem como tais quando em público. Praticam o homossexualismo, mas disfarçam sua
condição.
Os iludidos são aqueles que praticam o
homossexualismo, mas “juraram” para si mesmos que não são e jamais serão
homossexuais.
Isso acontece principalmente com os gays ativos (que
fazem papel de homens na relação) e lésbicas passivas ( que desempenham papel
de mulher). Apesar de se esforçarem para
não assumir sua homossexualidade, essas pessoas são homossexuais com todas as
letras. Simplesmente não aceitam seu próprio comportamento, mas também não o
deixam.
Relacionamos, abaixo, alguns passos que qualquer um
precisará levar em consideração para alcançar a libertação completa das
práticas homossexuais:
1ºPasso:
reconheça que você tem sido realmente homossexual, mesmo não desejando
mais isso;
2ºPasso: reconheça que você não nasceu gay ou
lésbica, mas adquiriu esse comportamento por influências externas e carências
internas e que, por isso, pode mudar;
3ºPasso:
reconheça que ao praticar o homossexualismo, bem como outros maus
comportamentos, você pecou contra Deus e precisa de Seu perdão. Arrependa-se e
busque sinceramente a face de Deus;
4ºPasso: nunca duvide do amor e da graça de Deus, os
quais foram plenamente colocados ao seu alcance pelo sacrifício de Jesus Cristo
na Cruz do Calvário;
5ºPasso: entregue-se totalmente a Cristo e rompa com
todo tipo de compromissos com o estilo de vida homossexual - inclusive amizades
que podem te enfraquecer -, objetos, espíritos, ídolos etc.;
6ºPasso: participe de uma igreja evangélica que
prega a palavra de Deus em sua totalidade, onde Jesus Cristo seja adorado
exclusivamente. A convivência com cristãos comprometidos com Deus e nos quais
você possa confiar é fundamental;
7ºPasso: procure um pastor que entenda do assunto
para marcar um horário para aconselhamentos.
Esses encontros poderão ministrar cura emocional e renovação
espiritual. Um psicólogo cristão pode
ser de grande valia, mas escolha seu psicólogo tão criteriosamente quanto
escolhe o seu pastor;
Cada um desses passos jamais poderá substituir sua
comunhão diária com Deus. Isso significa
que sua vitória tem que passar pela oração e leitura bíblica diárias. Sem esse contato diário com Deus, você não se
alimentará espiritualmente e obviamente enfraquecerá. Tudo isso pode parecer simples demais, mas da
mesma forma que é relativamente simples
o desenvolvimento da homossexualidade, a libertação também o é, mesmo
que cause alguma tensão inicialmente.
VII- A MÍDIA (PRÓ E CONTRA)
Ninguém pode negar que a questão gay esteja mais
presente na mídia atual do que em toda sua história. Os jornais, a TV, as revistas e tantos outros
meios de comunicação têm dado ampla cobertura a todo e qualquer pronunciamento
dos movimentos de emancipação homossexual, bem como eventos, points,
manifestações etc.
Isso é tanto um reflexo do que está acontecendo na
sociedade como um terrível incentivo à homossexualização da mesma. Muitas pessoas, por causa da curiosidade ou
mesmo porque o homossexualismo está em “moda”, estão experimentando o
comportamento gay/lésbico e ficando presas na sua teia.
Tendo isso em mente, cuidado com o que você lê. Alimente-se com boa literatura. Se necessário fôr, escreva às editoras
manifestando-se contra essa onda de notícias pró-homossexualismo. Se não houver resposta positiva, boicote seus
produtos. A maioria dessas editoras só
entendem a linguagem do IBOPE.
VIII - ALGUMAS PERGUNTAS
1. Só é homossexual quem faz o papel passivo (o de
mulher) e nunca quem faz o papel ativo (o de homem) numa relação?
Não. Uma pessoa (homem ou mulher) que transa com
outra do mesmo sexo, independente do papel que pratique no momento, é
considerada biblicamente homossexual.
Aliás, ser ativo ou passivo pode ser só uma questão de tempo.
2. Os ex-homossexuais que ainda carregam trejeitos
são menos libertos do que os ex-homossexuais que não carregam nada em sua
aparência que lembre o passado?
Não. A
limpeza do coração quase nada tem a ver com aparência. Um rapaz crente pode ter ainda alguns
trejeitos femininos e, no entanto, já ter sido totalmente liberto das práticas,
pensamentos e sentimentos homossexuais.
A mesma coisa pode acontecer com uma moça que tenha sido lésbica. Por outro lado, a experiência mostra que há
rapazes e moças nas igrejas que foram homossexuais, não carregam nenhum
trejeito, mas podem estar ainda envolvidos com sentimentos e práticas
homossexuais.
É melhor que quem viveu o homossexualismo busque
cura também para sua aparência. Mas que
isso não se constitua no “argumento” para julgamentos infundados, pois “O homem
vê o exterior, porém o Senhor, o coração”.
(1 Sm 16.7)
3. Alguém que foi homossexual pode, depois de
convertido, ainda sentir circunstancialmente atração por pessoas do mesmo sexo?
Sim. Mas a
comunhão diária com Deus, a oração, a meditação bíblica e a convivência com
irmãos sinceros e piedosos na igreja vai, dia-a-dia, curando os sentimentos
desvirtuados pelo pecado. Aquilo que não
começou da noite para o dia, em geral, também não acaba da noite para o dia. O interessante é que o processo usado por
Deus para a cura, além de restaurar a sexualidade, cura também nossa
personalidade, caráter, convivência familiar e social.
4. Namoro ou casamento é prova de que o homossexual
está liberto?
Pode ser, quando o ex-homossexual (ou a ex-lésbica)
passou pelo processo de libertação e cura.
Isso acontece quando o coração é limpo pela graça e a imagem e
semelhança de Deus reaparece em sua vida.
Nesse caso, o namoro e o casamento são a coroação da vitória dos que
viveram o homossexualismo.
Mas, por outro lado, namoro ou casamento pode ser
uma tentativa de fuga do próprio homossexual quando não assume o problema para
ser ajudado. Pode ser também um arma
falsa com a qual responde às pressões da família, da sociedade e da igreja (que
constantemente pressiona o ex-homossexual para o matrimônio julgando, com isso,
ajudá-lo no ajuste de sua sexualidade).
IX- A IGREJA E OS HOMOSSEXUAIS
O preconceito de muitos crentes, infelizmente,
leva-os a uma postura de completa ignorância a respeito do homossexualismo e de
como lidar com os homossexuais que se convertem a Cristo. Por isso, muitos homossexuais sofrem calados
depois de sua decisão por Cristo. Apesar
de precisarem muito de apoio, acabam se fechando por falta de amor cristão
firme e compassivo. Esses dois traços do
amor têm que estar presentes, tanto a firmeza quanto a compaixão.
Mas, graças a Deus, várias igrejas já aprenderam a
lidar com esses novos crentes e têm sido verdadeiras agentes de cura e
libertação. Pastores esclarecidos e
fiéis à Palavra de Deus têm ajudado muito essas pessoas. Alguns têm até fundado centros de recuperação
especializados na libertação de gays e lésbicas. Outros têm se especializado em aconselhamento
e em toda parte estão surgindo iniciativas de cristãos interessados em ajudar
homossexuais a terem uma vida normal. A
igreja, na pessoa de seu pastor e de seus membros, exerce papel fundamental na
transformação de homossexuais. Não há
sobre a terra outro segmento que possa oferecer mudança tão real e permanente
para os homossexuais como a Igreja. E
isso porque o seu poder não vem de si
mesma, mas daquele que a instituiu.
Jesus mesmo disse sobre a Igreja: “... e as portas do inferno não
prevalecerão contra ela.”(Mt. 16:18).
A Igreja não pode tolerar o homossexualismo em suas
fileiras, mas é seu dever receber todo e qualquer homossexual com amor. Precisa
orar e trabalhar pela evangelização e libertação desse segmento cada vez mais
evidente em nossa sociedade.
Pastores e Igrejas que criam obstáculos à libertação
dessas pessoas darão contas a Deus na mesma proporção que pastores e Igrejas
que aceitam liberalmente a prática do homossexualismo.
Nenhum homossexual ao converter-se pode ficar fora
do convívio da igreja, mas deve submeter-se à orientação pastoral para seu
próprio bem-estar espiritual, emocional e social.
É muito comum o homossexual que se converte
enfrentar crises em dados momentos. A
igreja deve estar preparada para lidar com os altos e baixos durante o
processo de libertação. Nunca deve exigir nem insinuar a necessidade
de qualquer namoro/casamento heterossexual.
A própria pessoa deverá decidir quando e com quem namorar e casar. Casamento não cura homossexualismo. Deve ser conseqüência da cura e tem que ser
decidido por livre e espontânea vontade.
O ex-homossexual pode, inclusive, optar por ficar solteiro sem que isso
represente dúvida em sua nova vida.
O ex-homossexual não deve se fazer de coitadinho
(autocomiseração) esperando a atenção dos outros. Deve, pelo contrário, ser
autêntico e lutar por sua própria libertação, enquanto também faz novas e
saudáveis amizades dentro da igreja.
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