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domingo, 8 de setembro de 2013

Doutrina do Pecado II - apostila completa

Índice
Índice........................................................................................................................................... 2
INTRODUÇÃO.................................................................................................................... 3
O FATO DO PECADO............................................................................................................... 3
Capítulo 1........................................................................................................................................ 5
A ORIGEM DO PECADO.................................................................................................. 6
A tentação: sua possibilidade, origem e sutileza.......................................................................... 6
A culpa...................................................................................................................................... 7
juízo...................................................................................................................................... 7
A redenção................................................................................................................................ 9
Capítulo 2........................................................................................................................................ 9
A NATUREZA DO PECADO.......................................................................................... 10
O ensino do Novo Testamento................................................................................................... 12
O pecado descrito como......................................................................................................... 12
CONSEQÜÊNCIAS DO PECADO......................................................................................... 13
Fraqueza espiritual.................................................................................................................. 13
Castigo positivo...................................................................................................................... 14
Como a Bíblia examina o pecado........................................................................................... 15
Pecado Imperdoável................................................................................................................... 18
Perspectiva do pecado segundo algumas crenças............................................................... 18
Perspectiva Judaica de Pecado............................................................................................... 18
Tipos de Pecado e sua Gravidade........................................................................................... 19
Capítulo 3...................................................................................................................................... 20
PERSPECTIVA CATÓLICA............................................................................................ 20
Os Sete Pecados Capitais........................................................................................................... 21
Capítulo 5...................................................................................................................................... 23
PERSPECTIVA PROTESTANTE..................................................................................... 24
Descrevendo o pecado............................................................................................................... 24
O QUE É PECADO?............................................................................................................. 24
O QUE É PECADO ORIGINAL?........................................................................................ 24
E FILHOS DO DIABO, FILHOS DA IRA, FILHOS DA DESOBEDIÊNCIA,.............. 25
DEUS CRIOU O PECADO?.................................................................................................... 25
O QUE É REMISSÃO DE PECADOS?.............................................................................. 25
O QUE É CONCUPISCÊNCIA........................................................................................... 25
MASTURBAÇÃO É PECADO?.......................................................................................... 26
O QUE SIGNIFICA “COMER E BEBER PARA SUA PRÓPRIA CONDENAÇÃO”?.. 27
HOMOSSEXUALISMO É PECADO?................................................................................ 27
Capítulo 6...................................................................................................................................... 29
OS FILHOS PAGAM PELA MALDADE DOS PAIS?................................................... 30
RESPOSTA:............................................................................................................................ 30
Questões sobre o pecado........................................................................................................ 30
A doença da alma....................................................................................................................... 35
O QUE É PECADO?............................................................................................................. 35
São Tomás de Aquino assim explica....................................................................................... 36
Conceito de Sto. Agostinho para o pecado............................................................................ 36
REFLEXÃO........................................................................................................................... 38
Atividade................................................................................................................................... 39
Bibliografia................................................................................................................................. 40


INTRODUÇÃO

Está escrito que Deus, ao completar a obra da criação, declarou que tudo era “muito bom”. Observando, mesmo ligeiramente, chegamos ~i convicção de que muitas coisas que agora existem não são boas — o mal, a impiedade, a opressão, a luta, a guerra, a morte, e o sofrimento. E naturalmente surge a pergunta: Como entrou o mal no mundo? — pergunta que tem deixado perplexos muitos pensadores. A Bíblia ofe­rece a resposta de Deus; ainda mais, informa-nos o que o pecado real­mente é; melhor ainda, apresenta-nos o remédio para o pecado.
Não há necessidade de discutir a questão da realidade do pecado; a história e o próprio conhecimento íntimo do homem oferecem abundante testemunho do fato. Muitas teorias, porém, apareceram para negar, desculpar, ou diminuir a natureza do pecado.
1. 0 ateísmo, ao negar a Deus, nega também o pecado, porque, estritamente falando, todo pecado é contra Deus; e se não há Deus, não há pecado. O homem pode ser culpado de pecar em relação a outros; pode pecar contra si mesmo, porém estas coisas constituem pecado unicamente em relação a Deus. Em fim, todo mal praticado é dirigido contra Deus, porque o mal é uma violação do direito, e o direito é a lei de Deus. “Pequei contra o céu e perante ti”, exclamou o pródigo. Portanto, o homem necessita do perdão baseado em uma provisão divina de expiação.
2. O determinismo é a teoria que afirma ser o livre arbítrio uma ilusão e não uma realidade. Nós imaginamos que somos livres para fazer nossa escolha, porém realmente nossas opções são ditadas por impulsos internos e circunstân­cias que escaparam ao nosso domínio. A fumaça que sai pela chaminé parece estar livre, porém se esvai por leis inexoráveis. Sendo assim — continua essa teoria, — uma pessoa não pode deixar de atuar da maneira como o faz, e estritamente falando, não deve ser louvada por ser boa nem culpada por ser má. O homem é simplesmente um escravo das circunstâncias.
Mas as Esrituras afirmam invariavelmente que o homem é livre para escolher entre o bem e o mal — uma liberdade implícita em todos os mandamentos e exortações. Longe de ser vitima da fatalidade e casualidade, declara-se que o homem é o árbitro do seu próprio destino.
Durante uma discussão sobre a questão do livre arbítrio, o Dr. Johnson, notável autor e erudito inglês, declarou: “Cavalheiro, sabemos que nossa von­tade é livre, e isto é tudo que há no assunto!” Cada grama de bom senso excede em peso a uma tonelada de filosofia!
Uma conseqüência prática do determinismo é tratar o pecado como se fosse uma enfermidade por cuja causa o pecador merece dó ao invés de ser castigado. Porém, a voz da consciência que diz “eu devo” refuta essa teoria, Recentemente, um homicida de dezessete anos recusou-se a alegar loucura. Seu crime era indesculpável, ele declarou, porque sabia que o havia cometido consciente-mente, apesar dos ensinos que recebera dos pais e na Escola Dominical. Desse modo, insistiu que fosse cumprida a pena capital. Jovem como era, e diante da morte, recusou enganar-se a si mesmo.
3. O hedonísmo (da palavra grega que significa “prazer”) é a teoria que sustenta que o melhor ou o mais proveitoso que existe na vida é a conquista do prazer e a fuga à dor, de modo que a primeira pergunta que se faz não é: “Isto é correto?”, mas: ‘Trará prazer?” Nem todos os hedonistas têm uma vida de vícios, mas a tendência geral do hedonista é desculpar o pecado e disfarçá-lo, qual pílula açucarada, com designações tais como estas: “é uma fraqueza inofen­siva”; “é pequeno desvio”; “é mania do prazer”; “é fogo da juventude”. Eles desculpam o pecado com expressões como estas: “Errar é humano”; “o que e natural é belo e o que é belo é direito.”
E sobre essa teoria que se baseia o ensino moderno de “auto-expressão”. Em linguagem técnica, o homem deve “libertar suas inibições”; em linguagem simples, “ceder à tentação porque reprimi-la é prejudicial à saúde”. Naturalmente, isso muitas vezes representa um intento para justificar a imoralidade. Mas esses mesmos teóricos não concordariam em que a pessoa desse liberdade às suas inibições de ira, ódio criminoso, inveja, embriaguez ou alguma outra tendência similar.
No fundo dessa teoria esta o desejo de diminuir a gravidade do pecado, e ofuscar a linha divisória entre o bem e o mal, o certo e o errado. Representa uma variação moderna da mentira antiga: “Certamente não morrerás.” E muitos descendentes de Adão têm engolido a amarga pílula do pecado, adoçada com a suposta suavizante segurança: “Isto não te fará dano algum.” O bem é simboli­zado pela alvura, e o pecado pela negrura, porém alguns querem misturá-los dando-lhes uma cor cinzenta neutra. A admoestação divina àqueles que procu­ram confundir as distinções morais, é: “Ai daqueles que chamam o mal bem, e o bem mal!”
4. Ciência Cristã. Esta seita nega a realidade do pecado. Declara que o pecado não é algo positivo, mas simplesmente a ausência do bem. Nega que o pecado tenha existência real e afirmam que é apenas um “erro da mente moral”. O homem pensa que o pecado é real, por conseguinte, seu pensamento necessita de correção. Mas, depois de examinar o pecado e a ruína que são mais do que reais no mundo, parece que esse tal “erro da mente mortal” é tão terrível como aquilo que toda gente conhece por “pecado”! As Escrituras denunciam o pecado como uma violação positiva da lei de Deus, como uma verdadeira ofensa que merece castigo real num inferno real.
5. A evolução considera o pecado como herança do animalismo primitivo do homem. Desse modo, em lugar de exortar a gente a deixar o “homem velho”, ou o “antigo Adão”, os proponentes dessa teoria deviam admoesta-los a que deixas­sem o “velho macaco” ou o “velho tigre”! Como j~ vimos, a teoria da evolução é antibíblica. Além disso, os animais não pecam; eles vivem segundo sua natureza, e não experimentam nenhum sentido de culpa por seu comportamento. O Dr. Leander Keyser comenta: “Se a luta egoísta e sangrenta pela existência no reino animal for o método de progresso que trouxe o homem á existência, por que deverá ser um mal que o homem continue nessa rota sangrenta?” E certo que o homem tem uma natureza física, porém essa parte inferior de seu ser foi criação de Deus, e é plano de Deus que esteja sujeita a uma inteligência divinamente iluminada.

Capítulo 1
O terceiro capítulo de Gênesis oferece os pontos chaves que caracterizam a história espiritual do homem, as quais são: A tentação, a culpa, o juízo e a redenção.
(a) A possibilidade da tentação. O segundo capítulo de Gênesis relata o fato da queda do homem, informando acerca do primeiro lar do homem, sua inteli­gência, seu serviço no Jardim no Eden, as duas árvores, e o primeiro matrimô­nio. Menciona especialmente as duas árvores do destino — a árvore da ciência do bem e do mal e a árvore da vida. Essas duas árvores constituem um sermão em forma de quadro dizendo constantemente a nossos primeiros pais: “Se seguirdes o bem e rejeitardes o mal, tereis a vida.” E não é esta realmente a essência do Caminho da Vida encontrada através das Escrituras? (Vide Deut. 30:15.)
Notemos a árvore proibida. Por que foi colocada ali? Para prover um teste pelo qual o homem pudesse, amorosa e livremente, escolher servir a Deus e dessa maneira desenvolver seu caráter. Sem vontade livre o homem teria sido mera­mente uma máquina.
(b) A origem da tentação. “Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o Senhor Deus tinha feito.” E razoável deduzir que a serpente, que naquele tempo deveria ter sido uma criatura formosa, foi o agente empregado por Satanás, o qual já tinha sido lançado fora do céu antes da criação do homem. (Ezeq. 23:13-17; Isa. 14:12-15.) Por essa razão, Satanás é descrito como “essa antiga serpente, chamada o diabo” (Apoc. 12:~I)). Geralmente Satanás trabalha por meio de agentes. Quando Pedro (embora sem má intenção) procu­rou dissuadir seu Mestre da senda do dever, Jesus olhou além de Pedro, e disse, “Para trás de mim, Satanás” (Mat. 16:22,23). Neste caso Satanás trabalhou por meio de um dos amigos de Jesus; no Eden empregou a serpente, uma criatura da qual Eva não desconfiava.
(e) A Sutileza da tentação. A sutileza é mencionada como característica distintiva da serpente. (Vide Mat. 10:16.) Com grande astúcia ela oferece sugestões, as quais, ao serem abraçadas, abrem caminho a desejos e atos pecaminosos. Ela começa falando com a mulher, o vaso mais frágil, que, além dessa circunstância, não tinha ouvido diretamente a proibição divina. ((I~n. 2:16, 17.) E ela espera até que Eva esteja só. Note-se a astúcia na aproximação. Ela torce as palavras de Deus (Vide Gên. 3:1 e 2:16, 17) e então finge surpresa por estarem assim torcidas; dessa maneira ela, astutamente, semeia dúvida e sus­peitas no coração da ingênua mulher, e ao mesmo tempo insinua que está bem qualificada para ser juiz quanto à justiça de tal proibição. Por meio da pergunta no versículo 1, lança a tríplice dúvida acerca de Deus. (1) Dúvida sobre a bondade de Deus. Ela diz, com efeito: “Deus está retendo alguma bênção de ti.” (2) Dúvida sobre a retidão de Deus. “Certamente não morrereis.” Isto é, “Deus não pretendia dizer o que disse”. (3) Dúvida sobre a santidade de Deus. No versículo 5 a serpente diz, com efeito: “Deus vos proibiu comer da árvore porque tem inveja de vós. Não quer que chegueis a ser sábios tanto quanto ele, de modo que vos mantém em ignorância. Não é porque ele se interesse por vós, para salvar-vos da morte, e sim por interesse dele, para impedir que chegueis a ser seme­lhantes a ele.”
Notemos as evidências de uma consciência culpada. (1) “Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus. Expressão usada para indicar esclarecimento milagroso ou repentino. (Gên. 21:19; 2 Reis. 6:17.) As palavras da serpente (versículo 5) cumpriram-se; porém, o conhecimento adqui­rido foi diferente do que eles esperavam. Em vez de fazê-los semelhantes a Deus, experimentaram um miserável sentimento de culpa que os fez ter medo de Deus. Notemos que a nudez física é um quadro de uma consciência nua ou culpada. Os distúrbios emocionais refletem~se muitas vezes em nossas feições. Alguns comentadores sustentam que antes da queda, Adão e Eva estavam vestidos com uma auréola ou traje de luz, que era um sinal da comunhão com Deus e do domínio do espírito sobre o corpo. Quando pecaram, essa comunhão foi interrompida; o corpo venceu o espírito, e ali começou esse conflito entre a carne e o espírito (Rom. 7: 14-24), que tem sido a causa de tanta miséria. (2) “E coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.” Assim como a nudez física é sinal de uma consciência culpada, da mesma maneira, o procurar cobrir a nudez é um quadro que representa o homem a procurar cobrir sua culpa com a indumentária do esquecimento ou o traje das desculpas. Mas, somente uma veste feita por Deus pode cobrir o pecado (Verso 21). (3) “E ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia: e escondeu-se Adão e sua mulher da presença do Senhor Deus entre as árvores do jardim.” O instinto do homem culpado é fugir de Deus. E assim como Adão e Eva procuraram esconder-se entre as árvores, da mesma forma as pessoas hoje em dia procuram esconder-se nos prazeres e em outras atividades.
juízo.
(a) Sobre a serpente. “Porquanto fizeste isto, maldita serás mais que toda a besta, e mais que todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comeras todos os dias da tua vida.” Essas palavras implicam que a serpente outrora foi uma criatura formosa e honrada. Depois, porque veio a ser o instru­mento para a queda do homem, tomou-se maldita e degradada na escala da criação animal. Uma vez que a serpente foi simplesmente o instrumento de Satanás, por que deve ser punida? Porque é a vontade de Deus fazer da maldição da serpente um tipo e profecia da maldição sobre o diabo e sobre todos os poderes do mal. O homem deve reconhecer, pelo castigo da serpente, como a maldição de Deus para todo pecado e maldade; arrastando-se rio pó recordaria ao homem o dia em que Deus derribará até ao pó, o poder do diabo. Isso é um estimulo para o homem: ele, o tentado, está em pé, erguido, enquanto a serpente está sob a maldição. Pela graça de Deus o homem pode ferir-lhe a cabeça — pode vencer o mal. (Vide Luc, 10:18; Rom. 16:20; Apoc. 12:9; 20:1-2, 10.)
(b) Sobre a mulher. “E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor e atua concepção; com dor terás filhos; e o teu desejo será para teu marido, e ele te dominará” (Gên. 3:16). Assim disse certo escritor: A presença do pecado tem sido a a causa de muito sofrimento, precisamente do modo indicado acima. Não há dúvida que dará luz filhos constitui um momento crítico e penoso mi rida da mulher, O sentimento de faltas passadas pesa de uma maneira partícula sobre ela, e também a crueldade e loucura do homem contribuíram para fazer o processo mais doloroso e perigoso para a mulher do que para os animais.
O pecado tem corrompido todas as relações da vida, e mui particularmente a relação matrimonial. Em muitos países a mulher é praticamente escrava do
homem; a posição e a condição triste de meninas viúvas e meninas mães na Índia têm sido um fato horrível em cumprimento dessa maldição.
(c) Sobre o homem. (Versos 17-19.) O trabalho para o homem já tinha sido designado (2:15). O castigo consiste no afã, nas decepções e aflições que muitas vezes acompanham o trabalho. A agricultura é especificada em particular, porque sempre tem sido um dos empregos humanos mais necessários. De alguma maneira misteriosa, a terra e a criação em geral têm participado da maldição e da queda do seu senhor (o homem) porém estão destinadas a partici­par da sua redenção. Este é o pensamento de Rom. 8:19-28. Em Isaías 11:1-9 e 65:17-25, temos exemplos de versículos que predizem a remoção da maldição da terra durante o Milênio. Além da maldição física que se apossou da terra, também é certo que o capricho e o pecado humanos têm dificultado de muitas maneiras o labore provocado as condições de trabalho mais difíceis e mais duras para o homem.
Notemos a pena de morte. “Porquanto és pó, e em pó te tornarás.” O homem foi criado capaz de não morrer fisicamente; teria existência física indefinida­mente se tivesse preservado sua inocência e continuasse a comer da árvore da vida. Ainda que volte à comunhão com Deus (e dessa maneira vença a morte espiritual) por meio do arrependimento e da oração, não obstante, deve voltar ao seu Criador através da morte. Visto que a morte faz parte da pena do pecado, a salvação completa deve incluir a ressurreição do corpo. (1 Cor. 15:54-57.) Não obstante, certas pessoas, como Enoque, terão o privilégio de escapar da morte física. (Gên. 5:24; 1 Cor. 15:51.)
Os três primeiros capítulos de Génesis contêm as três revelações de Deus, que por toda a Bíblia figuram em todas as relações de Deus com o homem. O Criador, que trouxe tudo à existência (cap. 1), o Deus do Pacto que entra em relações pessoais como homem (cap. 2); o Redentor, que faz provisão para a restauração do homem (cap. 3).
(a) Prometida. (Vide Gên. 3:15.) (1) A serpente procurou fazer aliança com Eva contra Deus, mas Deus porá fim a essa aliança. “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente (descendentes) e a sua semente.” Em outras palavras, haverá uma luta constante entre o homem e o poder maligno que causou a sua queda. (2) Qual será o resultado desse conflito? Primeiro, vitória para a humanidade, por meio do Representante do homem, a Semente da mulher. “Ela (a semente da mulher) te ferirá a cabeça.” Cristo, a Semente da mulher, veio ao mundo para esmagar o poder do diabo. (Mat. 1:23, 25; Luc. 1:31-35, 76; Isa. 7:14; Gál. 4:4; Rom. 16:20; Col. 2:15; Heb. 2:14, 15; l João3:8; 5:5; Apoc. 12:7, 8,17; 20:1-3, 10.) (3) Porém a vitória não será sem sofrimento. “E tu (a serpente) lhe ferirás o calcanhar.” No Calvário a Serpente feriu o calcanhar da Semente da mulher; mas este ferimento trouxe a cura para a humanidade. (Vide Isa. 53:3,4,12; Dan. 9:26; Mat. 4:1-10; Luc.22:39-44. 53; João 12:31-33; 14:30,31; Heb. 2:18; 5:7; Apoc. 2:10.)
(6) Prefigurada. (Verso 21.) Deus matou um animal, uma criatura inocente, para poder vestir aqueles que se sentiam nus ante a sua vista por causa do pecado. Do mesmo modo, o Pai deu seu Filho, o Inocente, à morte, a fim de prover uma cobertura expiatória para as almas dos homens.
A NATUREZA DO PECADO

Que é pecado? A Bíblia usa uma variedade de termos para expressar o mal de ordem moral, os quais nos explicam algo de sua natureza. Um estudo desses termos, nos originais hebraico e grego, proporcionará a definição bíblica do pecado.
1. O ensino do Antigo Testamento. O pecado considerado —As diferentes palavras hebraicas descrevem o pecado operando nas seguintes esferas:
(a)       Na esfera moral. As palavras usadas para expressar o pecado nesta esfera são as seguintes:
1.        A palavra mais comumente usada para o pecado significa “errar o alvo”. Reúne as seguintes idéias: (1) Errar o alvo, como um arqueiro que atira mas erra, do mesmo modo, o pecador erra o alvo final da vida. (2) Errar o caminho, como um viajante que sai do caminho certo. (3) Ser achado em falta ao ser pesado na balança de Deus.
Em Gên. 4:7, onde a palavra é mencionada pela primeira vez, o pecado é personificado como uma besta feroz pronta para lançar-se sobre quem lhe der ocasião.
2. Outra palavra significa literalmente “tortuosidade”, e é muitas vezes traduzida por “perversidade”. Ë, pois, o contrário de retidão, que significa literalmente, o que é reto ou conforme um ideal reto. 3. Outra expressão comum que se traduz por “mal”, exprime o pensa­mento de violência ou infração, e descreve o homem que infringe ou viola a lei de Deus.
(b) Na esfera da conduta fraternal. A palavra usada para determinar o pecado nesta esfera, significa violência ou conduta injuriosa. (Gên. 6:11; Ezeq. 7:23; Prov. 16:29.) Ao excluir a restrição da lei, o homem maltrata e oprime seus semelhantes.
(c) Na esfera da santidade. As palavras usadas para descrever o pecado nesta esfera implicam que o ofensor já usufruiu da relação com Deus. Toda a nação israelita foi constituída em “um reino de sacerdo­tes”, cada membro considerado como estando em contacto com Deus e seu santo tabernáculo. Portanto, cada israelita era santo, isto é, sepa­rado para Deus, e toda a atividade e esfera de sua vida estavam regula­das pela Lei da Santidade. As coisas fora dessa lei eram “profanas” (o contrario de santas), e o que participava delas se tornava “imundo” ou contaminado. (Lev. 11:24, 27, 31, 33, 39.) Se persistisse na profanação, era considerada uma pessoa irreligiosa ou profana. (Lev. 21:14; Heb. 12:16.) Se acaso se rebelasse e deliberadamente repudiasse a jurisdição da lei da santidade, era considerado “transgressor”. (Sal. 37:38; 51:13; Isa. 53:12.)
Se prosseguia neste último caminho, era julgado como criminoso, e tais eram os publicanos, na opinião dos contemporâneos do nosso Senhor Jesus.
(d) Na esfera da verdade. As palavras que descrevem o pecado nesta esfera dão ênfase ao inútil e fraudulento elemento do pecado. Os pecado­res falam e tratam falsamente (Sal. 58:3; Isa. 28:15), representam falsa-mente e dão falso testemunho (Exo. 20:16; Sal. 119:128; Prov. 19:5, 9).
Tal atividade é “vaidade” (Sal. 12:2; 24:4; 41:6), isto é, vazia e sem valor.
O primeiro pecador foi um mentiroso (João 8:44); o primeiro pecado começou com uma mentira (Gên. 3:4); e todo pecado contém o elemento do engano (Heb. 3:13).
(e) Na esfera da sabedoria. Os homens se portam impiamente porque não pensam ou não querem pensar corretamente; não dirigem suas vidas de acordo com a vontade de Deus, seja por descuido ou por deliberada lgnorancia.
1. Muitas exortações são dirigidas aos “simples” (Prov. 1:4, 22; 8:5). Essa palavra descreve o homem natural, que não se desenvolveu, quer na direção do bem, quer do mal; sem princípios fixos, mas com uma inclinação natural para o mal, a qual pode ser usada a fim de seduzi-lo. Falta-lhe firmeza e fundamento moral; ele ouve mas esquece; portanto, é facilmente conduzido ao pecado. (Vide Mat. 7:26.)
2. Muitas vezes lemos acerca desses “faltos de entendimento” (Prov. 7:7; 9:4), isto é, aqueles que por falta de entendimento, mais do que por propensão pecaminosa, são vítimas do pecado. Faltos de sabedoria, são conduzidos a expressar precipitados juízos acerca da providência divina e das coisas além da sua compreensão. Desse modo precipitam-se na impiedade. Tanto essa classe, como os “simples”, são indesculpáveis porque as Escrituras apresentam o Senhor oferecendo gratuitamente —sim, rogando-lhes que aceitem (Prov. 8:1-10) — aquilo que os fará sábios para a salvação.
3. A palavra freqüentemente traduzida “insensato” (Prov. 15:20), descreve uma pessoa capaz de fazer o bem, contudo está presa às coisas da carne e facilmente é conduzida ao pecado pelas suas inclinações carnais. Não se disciplina a si mesma nem guia as suas tendências de acordo com as leis divinas.
4. O “escarnecedor” (Sal. 1:1; Prov. 14:6) é o homem ímpio que justifica sua impiedade com argumentos racionais contra a existência ou realidade de Deus, e contra as coisas espirituais em geral. Assim, escarnecedor” é a palavra do Antigo Testamento equivalente à nossa moderna palavra “infiel”, e a expressão “roda dos escarnecedores” provavelmente se refere à sociedade local dos infiéis.
O Novo Testamento descreve o pecado como:
(a) Errar o alvo, que expressa a mesma idéia que a conhecida palavra do Antigo Testamento.
(li) Dívida. (Mat. 6:12.) O homem deve (a palavra “deve” vem de dívida) a Deus a guarda dos seus mandamentos; todo pecado cometido é contração de uma dívida. Incapaz de pagá-la, a única esperança do homem é ser perdoado, ou obter remissão da dívida.
(c) Desordem. “O pecado é iniqüidade” (literalmente “desordem”, 1 João 3:4). O pecador é um rebelde e um idólatra porque deliberadamente quebra um mandamento, ao escolher sua própria vontade em vez de escolher a vontade de Deus; pior ainda, está-se convertendo em lei para si mesmo e, dessa maneira, fazendo do eu uma divindade. O pecado começou no coração daquele exaltado anjo que disse: “Eu farei”, em oposição à vontade de Deus. (Isa. 14:13, 14). O anticristo é proeminen­temente “o sem-lei” (tradução literal de “iníquo”), porque se exalta a si mesmo sobre tudo que é adorado ou que é chamado Deus. (2 Tess. 2:4-9.)
O  pecado é essencialmente obstinação e obstinação é essencialmente pecado.
O pecado destronaria a Deus; o pecado assassinaria Deus. Na Cruz do Filho de Deus, poderiam ter sido escritas estas palavras: “O pecado fez isto!”
(d) Desobediência, literalmente, “ouvir mal”; ouvir com falta de atenção. (Heb. 2:2.) “Vede pois como ouvis” (Luc. 8:18.)
(e) Transgressão, literalmente, “ir além do limite” (Rom. 4:15). Os mandamentos de Deus são cercas, por assim dizer, que impedem ao homem entrar em território perigoso e dessa maneira sofrer prejuízo para sua alma.
(f) Queda, ou falta, ou cair para um lado (Efés. 1:7) no grego, donde a conhecida expressao, cair no pecado. Pecar é cair de um padrão de conduta.
(g) Derrota é o significado literal da palavra “queda” em Rom. 11:12. Ao rejeitar a Cristo, a nação judaica sofreu uma derrota e perdeu o propósito de Deus.
(h) Impiedade, de uma palavra que significa “sem adoração, ou reve­rência”. (Rom. 1:18; 2 Tim. 2:16.) O homem ímpio é o que dá pouca ou nenhuma importância a Deus e às coisas sagradas. Estas não produzem nele nenhum sentimento de temor e reverência. Ele está sem Deus porque não quer saber de Deus.
(í) O erro (Heb. 9:7) Descreve aqueles pecados cometidos como fruto da ignorância, e dessa maneira se diferenciam daqueles pecados cometi­dos presunçosamente, apesar da luz esclarecedora. O homem que desa­fiadoramente decide fazer o mal, incorre em maior grau de culpa do que aquele que é apanhado em falta, a que foi levado por sua debilidade.
O pecado é tanto um ato como um estado. Como rebelião contra a lei de Deus, é um ato da vontade do homem; como separação de Deus, vem a ser um estado pecaminoso. Segue-se uma dupla conseqüência: o pecador traz o mal sobre si mesmo por suas más ações, e incorre em culpa aos olhos de Deus. Duas coisas portanto, devem distinguir-se; as más conseqüências que seguem os atos do pecado, e o castigo que virá no juízo. Isto pode ser ilustrado da seguinte maneira:
Um pai proíbe ao filho pequeno o fumar cigarros, e fá-lo ver uma dupla conseqüência: primeira, o fumar fá-lo-á sentir-se doente; segunda, será castigado pela sua desobediência. O menino desobedece e afirma pela primeira vez. As náuseas que lhe sobrevêm representam as más conseqüências do seu pecado, e o castigo corporal subseqüente representa o castigo positivo pela culpa.
Da mesma maneira as Escrituras descrevem dois efeitos do pecado sobre o culpado: primeiro, é seguido por conseqüências desastrosas para sua alma; segundo, trará da parte de Deus o positivo decreto de condenação.
(a) Desfiguração da imagem divina. O homem não perdeu completamente a imagem divina, porque ainda em sua posição decaída é considerado uma criatura à imagem de Deus (Gên. 9:6; Tia. 3:9) — uma verdade expressa no provérbio popular: “Há algo de bom no pior dos homens.” Maudesley, o grande psiquiatra inglês, sustenta que a majestade inerente da mente humana evidencia-se até mesmo na ruma causada pela loucura.
Apesar de não estar inteiramente perdida, a imagem divina no homem encontra-se muito desfigurada. Jesus Cristo veio ao mundo tornar possível ao homem a recuperação completa da semelhança divina por ser recriado à imagem de Deus. (Gál. 3:10.)
(6) Pecado inerente, ou “pecado original”. O efeito da queda arraigou-se tão profundamente na natureza humana que Adão, como pai da raça, transmitiu a seus descendentes a tendência ou inclinação para pecar. (Sal. 51:5.) Esse impe­dimento espiritual e moral, sob o qual os homens nascem, é conhecido como pecado original. Os atos pecaminosos que se seguem durante a idade de plena responsabilidade do homem são conhecidos como “pecado atual”. Cristo, o segundo Adão, veio ao mundo resgatar-nos de todos os efeitos da queda. (Rom. 5:12-21.)
Esta condição moral da alma é descrita de muitas maneiras: todos pecaram (Rom. 3:9); todos estão debaixo da maldição (Gál. 3:10); o homem natural é estranho às coisas de Deus (1 Cor. 2:14); o coração natural é enganoso e perverso (Jer. 17:9); a natureza mental e moral é corrupta (Gên. 6:5, 12; 8:21; Rom. 1:19-31); a mente carnal é inimizade contra Deus (Rom. 8:7, 8); o pecador é escravo do pecado (Rom. 6:17; 7:5); é controlado pelo príncipe das potestades do ar (Efés. 2:2); está morto em ofensas e pecados (Efés. 2:1); e é filho da ira (Efés. 2:3).
(c) Discórdia interna. No princípio Deus fez o corpo do homem do pó, dotando-o, desse modo, de uma natureza física ou inferior; depois soprou em seu nariz o fôlego da vida, comunicando-lhe assim uma natureza mais elevada, unindo-o a Deus. Era o propósito de Deus a harmonia do ser humano, ter o corpo subordinado à alma. Mas o pecado interrompeu a relação de tal maneira que o homem se encontrou dividido em si mesmo;o “eu” oposto ao “eu” em uma guerra entre a natureza superior e a inferior. Sua natureza inferior, frágil em si mesma,
rebelou-se contra a superior e abriu as portas de seu ser ao inimigo. Na intensi­dade do conflito, o homem exclama: “Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?” (Rom. 7:24.)
O “Deus de paz” (1 Tess. 5:23) subjuga os elementos beligerantes da natureza do homem e santifica-o no espírito, alma e corpo. O resultado é a bem­aventurança interna — “justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Rom. 14:17).
“No dia em que dela comeres certamente morrerás” (Gên. 2:17) “O salário do pecado é a morte” (Rom. 6:23).
O homem foi criado capaz de viver eternamente; isto é, não morreria se obedecesse à lei de Deus. Para que pudesse “lançar mão” da imortalidade e da vida eterna, foi colocado sob um pacto de obras, figurado pelas duas árvores — a árvore da ciência do bem e do mal e a árvore da vida. Desse modo, a vida estava condicionada à obediência; enquanto Adão observasse a lei da vida teria direito à árvore da vida. Mas desobedeceu; quebrou o pacto de vida, e ficou separado de Deus, a Fonte da vida. Desde esse momento, teve a morte o seu início e foi consumada na morte física com a separação da alma e do corpo. Mas notemos que o castigo incluía mais do que uma morte física; a dissolução física era uma indicação do desagrado de Deus, do fato que o homem estava sem contacto com a Fonte da vida. Ainda que Adão se tivesse reconciliado mais tarde com o seu Criador, a morte física continuaria de acordo com o decreto divino: “No dia em que dela comeres certamente morrerás.” Somente por um ato de redenção e de recriação o homem teria outra vez direito à árvore da vida que está no meio do paraíso de Deus. Por meio de Cristo a justiça é restaurada à alma, a qual, na ressurreição, é reunida a um corpo glorificado.
Vemos, então, que a morte física veio ao mundo como castigo, e, nas Escritu­ras, sempre que o homem é ameaçado com a morte como castigo pelo pecado, significa primeiramente a perda do favor de Deus. Assim, o pecador já está “morto em ofensas e pecados” e no momento da morte física ele entra no mundo invisível na mesma condição. Então no grande Julgamento o Juiz pronunciará a sentença da segunda morte, que envolve “indignação e ira, tribulação e angús­tia” (Rom. 2:7-12). De maneira que “a morte”, como castigo, não é a extinção da personalidade, e, sim, o meio de separação de Deus. Há três fases desta morte: morte espiritual, enquanto o homem vive (Efés. 2:1; 1 Tim. 5:6); morte física (Heb. 9:27); e a segunda ou morte eterna (Apoc. 21:8; João 5:28, 29; 2 Tess. 1:9; Mat. 25:41).
Por outro lado, quando as Escrituras falam da vida como recompensa pela justiça, isso significa mais do que existência, pois os ímpios existem no inferno. Vida significa viver em comunhão com Deus e no seu favor — comunhão que a morte não pode interromper ou destruir. (João 11:25, 26.) E uma vida que proporciona união consciente com Deus, a Fonte da vida. “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti só (em experiência e comunhão) por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3). A vida eterna é uma existência peifeito; a morte eterna é uma existência mui, miserável e degradada.
Notemos que a palavra “destruição”, usada quanto à sorte dos ímpios (Mat. 7:13; João 17:12; 2 Tess. 2:3), não significa extinção. De acordo com o grego, pereceu ser destruído, não significa extinção e sim ruína. Por exemplo: que os odres “estragam-se” (Mat. 9:17) significa que já não servem como odres, e não que tenham deixado de existir. Da mesma maneira, o pecador que perece, ou que é destruído, não é reduzido ao nada, mas experimenta a ruína no que concerne a desfrutar comunhão com Deus e a vida eterna. O mesmo uso ainda existe hoje; quando dizemos: “sua vida está arruinada”, não queremos dizer que o homem está morto, e, sim, que perdeu o verdadeiro alvo ou objetivo da vida.
Pecado é transgredir a lei de Deus. A Bíblia diz em 1 João 3:4 “Todo aquele que vive habitualmente no pecado também vive na rebeldia, pois o pecado é rebeldia.” A Bíblia diz em 1 João 5:17 “Toda injustiça é pecado; e há pecado que não é para a morte.”
O que é a lei de Deus? Deus escreveu a Sua lei com o Seu próprio dedo em tábuas de pedra. A Bíblia diz em Êxodo 20:3-17 “[1]Não terás outros deuses diante de mim. [2]Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam, e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos. [3]Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão. [4]Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou. [5]Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá. [6]Não matarás. [7]Não adulterarás. [8]Não furtarás. [9]Não dirás falso testemunho contra o teu proximo. [10]Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.”
Os princípios básicos da lei de Deus resumem-se numa só palavra - Amor. A Bíblia diz em Mateus 22:37-40 “Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”
O pecado sai de dentro de nós. A Bíblia diz em Marcos 7:20-23 “E prosseguiu: O que sai do homem , isso é que o contamina. Pois é do interior, do coração dos homens, que procedem os maus pensamentos, as prostituições, os furtos, os homicídios, os adultérios, a cobiça, as maldades, o dolo, a libertinagem, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a insensatez; todas estas más coisas procedem de dentro e contaminam o homem.”
Ninguém é melhor que os outros porque todos pecamos. A Bíblia diz em Romanos 3:9-10 “Pois quê? Somos melhores do que eles? De maneira nenhuma, pois já demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há justo, nem sequer um.”
Sem Jesus, a consequência do pecado é a morte. A Bíblia diz em Romanos 6:23 “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.”
E se não tenho a certeza quais são os meus pecados? A Bíblia diz em Salmos 139:23-24 “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho perverso, e guia-me pelo caminho eterno.”
Confesse os seus pecados a Deus e será perdoado. A Bíblia diz em 1 João 1:9 “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”
Há algum pecado imperdoável? A Bíblia diz em Lucas 12:10 “E a todo aquele que proferir uma palavra contra o Filho do homem, isso lhe será perdoado; mas ao que blasfemar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado.”
Para simbolizar o nosso desejo de deixar o pecado devemos ser baptizados. A Bíblia diz em Lucas 3:3 “E ele percorreu toda a circunvizinhança do Jordão, pregando o batismo de arrependimento para remissão de pecados.”
Se sente que é um pecador já sem remédio, que deve fazer?
Primeiro, reconhecer o seu pecado. A Bíblia diz em Salmos 51:2-4 “Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado. Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.”
Segundo, pedir que o seu pecado seja perdoado. Deus diz que pode começar uma vida nova. A Bíblia diz em Salmos 51:7-12 “Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que se regozijem os ossos que esmagaste. Esconde o teu rosto dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável. Não me lances fora da tua presença, e não retire de mim o teu santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário.”
Terceiro, acreditar que Deus o perdoou e parar de se sentir culpado. A Bíblia diz em Salmos 32:1-6 “Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui a iniqüidade, e em cujo espírito não há dolo. Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo meu bramido durante o dia todo. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado. Pelo que todo aquele é piedoso ore a ti, a tempo de te poder achar; no trasbordar de muitas águas, estas e ele não chegarão.”
Existem três fatores principais que levam o homem a perder a salvação:
Apostasia - Separação de Cristo (1Jo 5.16). Geralmente a pessoa começa a pregar contra uma ou mais doutrina cardinal (Hb 12.15).
Rebelião - Se levanta contra a obra ou contra a Igreja Universal (Jd 12; Gn 4.9). O exemplo é Caim. Deus não aceitou o seu sacrifício, pelo conteúdo do sacrifício, mas por causa da rebelião do seu coração.
Pecado contra o Espírito Santo - Rejeição completa à voz, à ação e à advertência do Espírito Santo (Mc 3.29; Hb 10.8). Este é chamado o pecado para a morte, a qual o Apóstolo João dizia: A este digo que não ore (1Jo 5.16; Hb 10:29; Mc 3:29).
Portanto, tenhamos pavor destes três tipos de pecados:
O pecado da Apostasia — afastados de Cristo: 1Jo 5:16; Hb 3:12; 10:26.
O pecado da Rebelião — contra o povo de Deus: Gn 4:9; Jd 12.
O pecado da Blasfêmia — contra o Espírito Santo: Mc 3:29; Hb 10:29.
Perspectiva do pecado segundo algumas crenças
Pecado sempre foi um termo principalmente usado dentro de um contexto religioso, e hoje descreve qualquer desobediência à vontade de Deus; em especial, qualquer desconsideração deliberada das Leis reveladas. No hebraico e no grego comum, as formas verbais (em hebr. hhatá; em gr. hamartáno) significam "errar", no sentido de errar ou não atingir um alvo, ideal ou padrão. Em latim, o termo é vertido por peccátu.
O Judaísmo considera a violação de um mandamento divino como um pecado. O judaísmo ensina que o pecado é um ato e não um estado do ser.A Humanidade encontra-se num estado de inclinação para fazer o mal (Gen 8:21) e de escolher o Bem em vez do Mal (Salmo 37:27). O Judaísmo usa o termo"pecado" para incluir violações da Lei Judaica que não são necessariamente uma falta moral. De acordo com a Enciclopédia Judaica, "O Homem é responsável pelo pecado porque é dotado de uma vontade livre ("behirah"); contudo, Ele tem uma natureza fraca e uma tendência para o Mal: "Pois o coração do Homem é mau desde a sua juventude" (Gen,8,21; Yoma,20a; Sanh105a). Por isso, Deus na sua misericórdia permitui ao Homem arrepender-se e ser perdoado. O Judaismo defende que todo o Homem nasce sem pecado, pois a culpa de Adão não recai sobre os outros homens.
Tipos de Pecado e sua Gravidade
Pecado designa todas as transgressões de uma Lei ou de princípios religiosos, éticos ou normas morais. Podem ser em palavras, acções (por dolo) ou por deixar de fazer o que é certo (por negligência ou omissão). Ou seja, onde há Lei, se manifesta o Pecado. Pode ser tão somente uma motivação ou atitude errada de uma pessoa, e isso, é chamado de pecado "no coração". No intímo dos humanos e independente da Cultura a que pertença, existe necessidade de estabelecer princípios de ética e normas de moral. Quando se viola a consciência moral pessoal, surge o sentimento de culpa.
Chama-se pecado mortal o pecado que faz perder a graça Divina e que leva à condenação do crente; se não for objecto de confissão (admissão da culpa), genuíno arrependimento e penitência (retratação perante Deus). Chama-se pecado venial aos pecados que são menos graves e que não fazem perder a graça Divina. Para os Cristãos Católicos, a tríade que define o pecado mortal é:
·                    Matéria grave - precisada pelos dez mandamentos.
·                    Pleno conhecimento de estar cometendo pecado
·                    Plena e deliberada adesão da vontade.
Comete-se um pecado venial quando não se observa, em matéria leve, a medida prescrita pela lei moral, ou então quando se desobedece à lei moral em matéria grave, mas sem pleno conhecimento ou sem pleno consentimento.
O pecado contra o Espírito Santo é o chamado pecado imperdoável. Subentende uma renegação contínua e deliberada do perdão Divino, bem como uma violação contínua da Lei Divina por parte do pecador.
A expressão pecado original ou pecado adâmico se refere ao pecado que foi cometido no paraíso Éden pelos primeiros humanos, Adão e Eva. A mulher teria sido o primeiro ser humano a pecar, e teria induzindo a Adão a pecar. O pecado original consistiu numa rebelião contra a Autoridade Divina. Em consequência directa do pecado de Adão, toda a humanidade ficou privada da perfeição e da perspectiva de vida infindável. A existência do "pecado original" não justifica a prática deliberada do pecado.
No Antigo Testamento, a doutrina da expiação é um conceito de justiça e misericórdia baseado no arranjo figurativo do sacríficio de animais. O sangue de um animal era derramado no altar como "resgate" dos pecados cometidos de natureza menor da Lei de Deus.
No Novo Testamento, a doutrina da expiação é a mesma do Antigo, mas figurando em Cristo "o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (João 1:29). Segundo a doutrina cristã, a morte sacrificial do Messias permitirá o resgate perfeito da humanidade obediente à Lei de Deus - eliminar o pecado adâmico e anular a sentença de morte. Obedece ao princípio bíblico "uma vida humana [perfeita] por uma vida humana [perfeita]". O papel de Cristo após a ressurreição é a de um advogado ("MEUS filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo." I João 2:1).
Capítulo 3
PERSPECTIVA CATÓLICA

A doutrina católica distingue entre o pecado venial, que justifica somente uma punição temporária no Purgatório, e pecado mortal, que justifica uma punicão eterna no Inferno, se não confessado e não demonstrar genuíno arrependimento. Segundo a Igreja Católica, o pecado original só é purgado no indivíduo pelo baptismo.
Os Sete Pecados Capitais
Pensar a empresa seguindo determinado paradigma é útil e adequado, mas pensá-la em termos de valores parece ampliar bastante esta visão e com isso podemos perceber com mais clareza os fatores que influenciam a motivação,isto é, o quanto as pessoas se dão para a empresa.
Percebi que a maioria dos fatos que aconteciam e freavam o crescimento das pessoas na empresa eram os 7 Pecados Capitais.A idéia de pecado não tem conotação religiosa. Pecar vem de "pecare"que significa "errar de alvo ". Sempre que "pecamos", erramos de alvo.
Conhecer quais são os 7 pecados capitais , suas consequências nas organizações , nos relacionamentos e exemplificá-los é o objetivo desta reflexão.
A IRA : Tem como sinônimos a raiva, a cólera, agressividade exagerada. Se pararmos para observar, encontraremos nas empresas várias cenas que ilustram esse pecado. As origens da ira podem ser por meticulosidade, por perfeccionismo ou até mesmo por desqualificar nossa capacidade de solucionar problemas bem como a importância desses problemas.
Basicamente a atitude mental que está por trás da ira é "quero destruir’ ou "eu quero e você deve". Como ficaria esta atitude em termos de gestão ? Como será o processo de tomada de decisão sob o impacto da ira ? Certamente o mais destrutível possível, com ranço de autoritarismo, desrespeito e baixo clima de confiança mútua entre o gestor e sua equipe.. Uma maneira de detectarmos a manifestação da ira é observar a destruição do patrimônio da empresa bem como a expressão facial das pessoas. Por baixo de toda ira quase sempre detectamos medo: de errar, de expressar-se de outra maneira,de perder espaço,etc. Ao invés de tremer as pessoas atacam para defender-se de seus fantasmas.
A GULA: No sentido literal, gula é o excesso no comer e beber,na sua simbologia maior significa voracidade.A característica da gula é engolir e não digerir.A gula pode ser entendida como gula intelectual inclusive, o sentido que está por trás da gula é o de estar funcionando abaixo das nossas , potencialidades.
A sensação é de que não estamos fazendo tudo que o nosso potencial permite, que estamos vivendo sem atender nossas expectativas.
A atitude mental básica é : necessito aprender tudo. Um exemplo da gula nas organizações é quando compram-se equipamentos de última geração desnecessariamente ou quando os gestores centralizam o processo decisório e as informações visivelmente observado nas mesas cheias de papéis.
A gula vai influenciar tanto nos relacionamentos quanto na produtividade das pessoas.
A INVEJA: É o desgosto ou pesar pelos bens do outro, a dificuldade de admirar o outro, o sentimento de injustiça .O slogan que define a inveja é : Ele é mais do que eu, também quero" a inveja nos faz perder o contato com nossas reais possibilidades.
Nas organizações podemos entender quando não há apoio das chefias para determinados projetos, quando alguém tenta apagar o seu "brilho", vemos também a procrastinação e os processos de "fritura", geralmente quando o discurso é de um jeito e as ações não são coerentes com ele.
O que deixa a inveja bem caracterizada é a sua expressão pelo comportamento não verbal, o olhar, principalmente.  Não devemos confundir a competição com a inveja. Esta última é um sentimento negativo que pode transformar o processo de competição em algo destrutivo.
O ORGULHO: É o brio, a altivez, a soberba. A sensação de que "Eu sou melhor que os outros" por algum motivo. Isto leva a ter uma imagem de si inflada, aumentada, não correspondendo a realidade. Surge com isso a necessidade de aparecer, de ser visto passando inclusive por cima de padrões éticos e vendo os outros colaboradores ou colegas minimizados. Podemos criar a imagem de pavões relacionando-se na empresa o que certamente trás resultados desastrosos. Podemos citar o exemplo de gestores que tomam determinadas decisões por questões de orgulho pessoal ferindo muitas vezes as metas organizacionais mas com o único objetivo de dar vazão a este sentimento.
A AVAREZA : Define-se como estar excessivamente apegado a alguma coisa levando a um grande medo de faltar, uma percepção de escassez. A avareza pode ser percebida no cotidiano das empresas levando ao slogan: "Não tenho confiança em ninguém" logo terei avareza com as informações que me chegam as mãos, com a expressão dos sentimentos e opiniões em relação aos projetos que estou envolvido, etc. Economizo pensamentos, sentimentos e ações pois não consigo lidar com a diversidade, com a transparência entrando num clima defensivo. Em termos de gestão de pesssoas podemos apontar a tendência a centralização como gesto avarento nas organizações.
A PREGUIÇA: É definida como aversão ao trabalho, negligência. Este sentimento faz com que as pessoas desqualifiquem os problemas e a possibilidade de solução destes. A preguiça não se resume na preguiça física mas também na preguiça de pensar, sentir e agir. A crença básica da preguiça é "Não necessito aprender nada", levando a um movimento freador das idéias e ações dentro das organizações que no cotidiano e traduzido pelo "deixa para depois".
A LUXÚRIA: É definida como uma impulsividade desenfreada, um prazer pelo excesso, tendo também conotações sexuais. Nas empresas este pecado é identificado pelo assédio sexual: em nome da posição hierárquica "Desfruto do poder de dominar." Aparece com isso a grande dificuldade de relacionamento entre homens e mulheres nos ambientes organizacionais, reforçando heranças culturais arraigadas bem como dificuldades emocionais de expressar a afetividade de forma saudável.
Faz-se necessário perceber de forma ampliada os fatores que influenciam a gestão de pessoas nas organizações e o seu grau de maturidade para compreender melhor os processos decisórios, a motivação e a qualidade de relacionamento.
Os fatores culturais, os paradigmas administrativos bem como a saúde emocional das pessoas que trabalham juntas parecem somarem-se num todo coerente e explicativo para o grau de desempenho e competências exigidos no modelo de gestão atua.
Os sentimentos envolvidos nos Pecados Capitais por si só não são negativos. O negativo é alimentá-los e agir sob o efeito deles não combatendo-os nem trazendo novas alternativas de comportamento, minando com isso o crescimento e o fortalecimento das competências dentro das organizações.
São os vicios mais comuns, ou mais importantes, do comportamento humano, segundo o Catolicismo.
A classificação actual é obra de São Tomás de Aquino, ainda que não tenha feito mais do trabalhar em cima do já realizado por Gregorio I, o Magno, no ano 600.

 Capítulo 5

PERSPECTIVA PROTESTANTE

O segmento protestante, ou evangélico, não crê em purgatório, nem classifica os pecados como venial, mortal ou capital. Seguindo os preceitos bíblicos, não existe pecado pequeno ou grande, pois "todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus"(Romanos 3.23). O pecado é um ato, pois "cada um é tentado, quando atraído e engodado pelo seu próprio desejo. Depois, havendo concebido o desejo, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte." (Tiago 1:14 e 15). Para que tenhamos salvação e desfrutemos da vida eterna, devemos tão somente crer ("Pela graça sois salvos, por meio da fé..." Efésios 2.8) que Jesus é nosso único e suficiente salvador, e confessar nossos pecados para sermos perdoados ("Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça" I João 1.9). Lembre-se também que é necessário arrependimento, e não somente remorso, que nos leva a cometer novamente os mesmos erros por não termos mais lembrança da "culpa" que nos abateu.
Pecado é tudo que fazemos em desacordo com a vontade de Deus, contrário à Sua Palavra, em desobediência aos seus mandamentos. O pecado é um ato de rebeldia: "Todo aquele que pratica o pecado, também transgride a lei, pois o pecado é a transgressão da lei" (1 João 3.4). Há duas palavras gregas, dentre outras, para definir pecado: "HARMATIA" (transgredir, pecar contra Deus, praticar o mal) e "ADIKIA" (iniqüidade, maldade, injustiça).
É o pecado herdado da desobediência de Adão e Eva. O primeiro homem, como representante da raça humana, corrompeu toda a humanidade ao transgredir a lei de Deus. O Senhor Deus ordenou ao homem: "De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás, pois no dia em que dela comeres, certamente morrerás". A mulher, dando ouvidos à serpente, comeu do fruto da árvore proibida e cometeu o primeiro pecado da humanidade. "Como semente gera semente da mesma espécie", nós, sementes de Adão, herdamos a natureza pecaminosa. Assim, "por um só homem entrou o pecado no mundo / pois todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus". (Gênesis 2.16-17; 3.1-6; Romanos 3.23; 5.12). A esperança é que se "pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de uns muitos serão feitos justos". (Romanos 5.19). 
FILHOS DO MUNDO E FILHOS DA CARNE? São expressões equivalentes que caracterizam a situação dos que se encontram na prática do pecado, voluntária e continuamente (Lucas 16.8; Efésios 2.3; 1 Pedro 1.14; 1 João 3.10; Efésios 5.6; Romanos 9.8).
Não. Deus é amor. Deus não é a fonte do mal. Acontece que Ele deu ao homem liberdade para decidir. Deu-lhe o livre-arbítrio. No Éden, Deus estabeleceu o princípio da obediência. A obediência é necessária para que o homem viva em comunhão com Seu Criador. Muitos hoje em dia dão ouvidos ao diabo e desprezam as palavras de advertência do Criador. O resultado é a morte eterna. (Gênesis 2.17; Romanos 6.23).
Significa livramento da culpa do pecado. Remissão quer dizer perdão, redenção, quitação de uma dívida. Em certos contratos comerciais inserem-se um dispositivo chamado "cláusula de remissão", onde se define o preço da remissão, a fim de que o bem hipotecado seja liberado. Uma vez pago o preço acertado, o bem hipotecado fica livre, sem ônus, sem impedimentos. O preço de nossa redenção, de nossa libertação, foi o sangue de Jesus: "Sem derramamento de sangue não há remissão". (Hebreus 9.22). "O Cristo padecerá, e ao terceiro dia ressurgirá dentre os mortos, e em seu nome se pregará o arrependimento e a REMISSÃO DOS PECADOS...". (Lucas 24.46-47). Sem arrependimento não há remissão dos pecados. Em Jesus "temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados". (Colossenses 1.14). 
É desejo carnal incontrolável. Diz respeito não apenas aos apetites sexuais, mas a bens e gozos materiais. É o desejo, sem domínio, de saciar a qualquer custo à vontade do corpo, da carne. Concupiscência dos olhos: desejo de ver ou presenciar cenas de violência, tumultos, pornografias, filmes eróticos, obscenidades, etc. Concupiscência dos ouvidos: desejo de ouvir piadas imorais; de ouvir músicas profanas; de dar ouvidos a boatos que agridem a privacidade das pessoas. Concupiscência dos lábios: desejo de dizer "palavrão", palavras imorais, chulas, indecentes; desejo de comentar e conversar sobre a intimidade das pessoas, das famílias, das autoridades. Concupiscência do estômago: apego excessivo a boas iguarias, ao bom prato, ou a determinada espécie de comida. (Gálatas 5.16-21). Concupiscência é sinônimo de avidez, cobiça e ganância. "Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo, a CONCUPISCÊNCIA da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo". (1 João 2.15-16).
Masturbar-se é o ato de manipular os órgãos sexuais externos com a finalidade de atingir o orgasmo. A Bíblia não fala diretamente sobre o assunto, mas algumas passagens nos levam a considerar a masturbação pecado. Vejamos:
1) "Antes, andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira..." (Efésios 2.3).
2) "Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências [desejo incontrolado]" (Romanos 6.12).
3) “Fugi da prostituição”. Todo pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo; não sabeis que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?"(1 Coríntios 6.18-19).
4) "Porque as obras da carne são: prostituição, impureza, lascívia... e coisas semelhantes a estas... os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus"(Gálatas 5.19-20). Lascívia/luxúria: libidinagem, sensualidade. Libidinoso: aquele que procura sem pudor o prazer sexual.
5) "Porque esta é à vontade de Deus, a vossa santificação... que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra, não na paixão de concupiscência...porque Deus não nos chamou para a imundícia, mas para a santificação" (1 Tessalonicenses 4.3-7).
Não se pode negar a existência do impulso sexual nos seres humanos, impulso criado por Deus para um fim proveitoso - o da multiplicação da espécie humana, ou seja, o sexo entre homem e mulher, casados. (Gênesis 1.28). Todavia, homens e mulheres têm de várias formas pervertido esse desejo. O homossexualismo é uma dessas impurezas e desvio sexual. A masturbação é uma variante da impureza sexual: vicia, escraviza e causa morte espiritual. O nosso corpo não é para ser usado da maneira como bem entendemos: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma" (1 Coríntios 6.12).
Os jovens certamente perguntarão: Como fazer para conter o forte desejo sexual? Devem primeiramente esvaziar a mente das imagens eróticas captadas via televisão, revistas, filmes e danças sensuais. Não devemos colocar coisas impuras diante de nossos olhos. Em segundo lugar, devem encher a mente, coração e alma com a palavra de Deus. Por último, orar, e orar muito, para não cair em tentação (Lucas 22.40). E poder dizer com Paulo: "Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim" (Gálatas 2.20).
A passagem está na primeira carta aos coríntios e inserida nas instruções de Paulo sobre a celebração da Ceia do Senhor: “PORQUE O QUE COME E BEBE INDIGNAMENTE COME E BEBE PARA SUA PRÓPRIA CONDENAÇÃO, NÃO DISCERNINDO O CORPO DO SENHOR” (1 Coríntios 11.29). Referência símile acha-se no verso 27: “Portanto, qualquer que comer este pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor”. “Indignamente” significa de forma indigna, não respeitosa, não reverente, não adequada. Peca contra o Senhor quem participa da Ceia de forma indiferente, sem reconhecer que os elementos da Ceia representam o corpo e o sangue de Cristo; sem a intenção de relembrar o Calvário. Os que participam da Ceia apenas para cumprir um ritual, uma cerimônia, sem a intenção de abandonar o pecado, “come e bebe para sua própria condenação”, pois não fazem distinção entre uma refeição normal e a Ceia. Quem assim procede “é culpado de crucificar de novo a Cristo e torna-se imediatamente sujeito a juízo e retribuição específicos”. Quem assim procede coloca-se do lado dos que se rebelam contra Cristo e Sua Palavra. É bom saber que os coríntios se reuniam periodicamente numa festa de confraternização, e cada família levava seu próprio alimento.. Por isso, Paulo recomenda: “Quando vos ajuntais para comer, esperai uns pelos outros”. Nessas festas os pobres ficavam com fome e os ricos ficavam “embriagados” de tanto comer (versos 21-22). Paulo não aprovou essas festas cristãs.

Deus criou HOMEM e MULHER e lhes dotou de órgãos específicos e especialmente destinados à reprodução da espécie, chamados órgãos sexuais ou genitais. “Assim Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou. MACHO e FÊMEA os criou” (Gênesis 1.27). Homem e mulher possuem genitália apropriada à reprodução. Notem que Deus não criou meio termo, não criou um ser humano que em determinado momento pudesse assumir funções híbridas. Deus não criou um homem com possibilidades sexuais de desempenhar o papel da mulher no ato sexual, e vice-versa. Ocorre que a natureza pecaminosa em função da queda no Éden coloca o homem em rebeldia contra Deus. Pela influência do diabo, o homem continua se rebelando contra o Criador e Sua palavra. A homossexualidade surgiu em decorrência dessa rebeldia. Se o homem assume postura própria de mulher; se a mulher assume funções próprias do homem no ato sexual, caracteriza-se um comportamento contrário à vontade do Criador. Deus nos criou para uma relação heterossexual. Dizer que quem nasce gay morre gay; quem nasce lésbica morre lésbica; que se trata de uma opção sexual válida; que o homossexualismo é uma opção dentre outras; que tudo é permitido desde que satisfaça as partes envolvidas; que não existe pecado; que tudo é válido quando existe amor; que o homossexualismo é genético e por isso irreversível; que a única saída para os pais é aceitar a opção sexual de seus filhos, e tantos outros argumentos semelhantes, são vozes de pessoas que desconhecem o poder e a palavra de Deus. Convém dizer que o diabo deseja destruir o homem, física e espiritualmente, porque o homem é a obra-prima de Deus. Os que estão no homossexualismo têm chance de reverterem o quadro: devem se arrepender e aceitar o senhorio de Jesus, que veio para destruir as obras do diabo, libertar os cativos, aliviar os oprimidos. “SE O FILHO VOS LIBERTAR VERDADEIRAMENTE SEREIS LIVRES” (Lucas 4.18; João 8.36), livres da prostituição, das impurezas, do pecado. O homossexualismo é reversível e quem reverte essa situação é o Senhor Jesus. Ouçamos a voz de Deus:
“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação” (Levítico 18.22; 20.13).
“Sabendo que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos... para os fornicadores, para os SODOMITAS... (o realce é meu). (1 Timóteo 1.10)”.
"Pelo que Deus os entregou aos desejos de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si...pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. Semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, inflamaram-se em sua sensualidade uns para com os outros, HOMEM COM HOMEM, cometendo torpeza, e recebendo em si mesmos a penalidade devida ao seu erro... estão cheios de toda iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade, inveja, homicídio, contenda, engano e malignidade. Embora tenham conhecimento da justiça de Deus (que SÃO DIGNOS DE MORTE OS QUE TAIS COISAS PRATICAM), não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam" (Romanos 1.24-32).
"Não erreis: nem impuros... nem adúlteros, nem EFEMINADOS, nem SODOMITAS herdarão o reino de Deus" (1 Coríntios 6.9-10). Nota: Sodomita, o que pratica a sodomia: cópula anal, entre homem e mulher ou entre homossexuais masculinos.
“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convém; todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma” (1 Coríntios 6.12).
“O corpo não é para prostituição, senão para o Senhor, e o Senhor para o corpo” (1 Coríntios 6.13b)
OS FILHOS PAGAM PELA MALDADE DOS PAIS?

Os filhos devem pagar pelos pecados dos pais? (Isaias 14:21) "Preparai a matança para os filhos por causa da maldade de seus pais, para que não se levantem e possuam a terra... (Êxodo 20:5) Pois eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração. (Êxodo 34:7) Ao culpado não tem por inocente; castiga a iniqüidade dos pais sobre os filhos dos filhos até a terceira e quarta geração. (1Crônicas 15:22) Pois assim como todos morreram em Adão... (Deuteronômio 5:9) Pois eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração".
Os filhos não pagam pelos pecados dos pais? (Ezequiel 18:20) "O filho não levará a maldade do pai, nem o pai levará a maldade do filho. (Deuteronômio 24:16) Os pais não serão mortos pela culpa dos filhos, nem os filhos pela culpa dos pais; cada qual morrerá pelo seu pecado".
A resposta está na própria Bíblia, como acima: CADA UM PAGARÁ PELO QUE DEVE. Um não paga pelo outro. O único que pagou por nós foi Jesus. Não existe contradição. A Bíblia complementa e explica o enunciado de Êxodo 20.5, em Ezequiel 18.20 e Deuteronômio 24.16. Moisés fala da CONSEQÜÊNCIA dos pecados dos pais nos filhos (Êxodo 20.5). Dada a possibilidade real de os filhos seguirem os passos dos pais, serão eles também punidos. Deus não castiga o inocente. Os filhos serão castigados se de alguma forma, induzidos ou não, pecarem junto com seus pais. Todavia, a culpa destes não é transferida àqueles. Quanto ao julgamento de Deus, devemos ficar tranqüilos porque o Justo Juiz julgará com justiça. Com relação a 1 Coríntios 15.22 e Romanos 5.12 todos os homens pecaram em Adão devemos entender que semente gera semente da mesma espécie . Somos da espécie de Adão, da semente de Adão, originários do primeiro ato sexual do primeiro casal. Adão é o cabeça da raça humana. Logo, herdamos a sua natureza pecaminosa, assim como um filho herda traços físicos e até morais de seus pais. Não somos, portanto, completamente distintos de Adão e Eva. E quem é mais sábio do que Deus? Se Ele diz que pecamos em Adão é porque pecamos. Mas Deus oferece a condição de sairmos desse laço: ao aceitarmos a Jesus como nosso Senhor e Salvador, somos capacitados a vencermos a inclinação para o mal. O livre-arbítrio do homem dá-lhe condições de optar por continuar com sua moral abalada, ligada umbilicalmente a Adão, ou por cortar os laços do velho homem e receber Novo Nascimento em Cristo Jesus.
Com base nas perguntas freqüentes feitas pelos leitores, parece que a doutrina bíblica do pecado não é bem compreendida por muitas pessoas atualmente. Alguns cristãos vivem aterrorizados com a possibilidade de perderem a salvação se caírem no pecado. Ao mesmo tempo, no outro extremo, alguns pensam que têm uma boa compreensão do assunto, mas mostram sua ignorância ao insistirem que é possível chegar ao ponto da "perfeição sem pecar" nesta vida. Ambos os extremos estão totalmente errados, conforme esperamos demonstrar com base na Palavra de Deus.
A definição do Novo Testamento do pecado deriva da palavra grega hamartia, que literalmente significa "errar o alvo". Podemos pensar nisso como qualquer falha em atingir o alvo estabelecido por Deus - a 'mosca'. - a perfeição absoluta em pensamentos, palavras e ações! Ele é perfeição personificada e sua santidade exige isso de qualquer um que queira comparecer à sua presença. Portanto, onde isso nos deixa? Alguém seria tão descarado a ponto de afirmar que é perfeito e não peca? Amados, confio que todos os que estão lendo isto tenham um pouco mais de bom senso.
"Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós." [1 João 1:8]
Adão e Eva foram criados perfeitos em todos os aspectos e, aparentemente, receberam corpos glorificados exatamente como o que Jesus Cristo possui hoje. Vestidos de luz, eles foram colocados em um paraíso na Terra, chamado Éden e uma única proibição foi dada a eles - estavam proibidos de comer da "árvore do conhecimento do bem e do mal". Logicamente, Deus sabia que eles iriam desobedecer e é por isto que acrescentou a penalidade:
"Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás." [Gênesis 2:17; ênfase adicionada]
O resto, como se diz, é história. Eva foi enganada por Satanás e comeu do "fruto proibido", destarte colocando-se imediatamente em morte espiritual e iniciando o processo de morrer fisicamente. Ela cometeu o primeiro pecado praticado por um ser humano, e Adão logo seguiu o mesmo caminho (Satanás, não o homem, foi o originador do pecado por causa de sua rebelião contra Deus - veja Ezequiel 28:15). É interessante que a Bíblia nos diz que Adão não foi enganado e pecou de forma deliberada, por que quis [1 Timóteo 2:14]. Acredito que ele amava Eva e a seguiu na desobediência para evitar a separação. No entanto, independente das razões específicas para o pecado deles, imediatamente descobriram que eram criaturas caídas - mortais e nus com uma perpectiva de vida totalmente diferente dali para frente. Da perfeição, desceram à total depravação em que todos os aspectos de seu ser foram manchados pelo pecado. Essa mudança monumental é evidenciada pela tentativa deles de cobrirem sua nudez com folhas de figueira e se esconderem de Deus [Gênesis 3:7-8]. Desde então, o homem pecador tenta se esconder de Deus!
O fato da depravação humana é resumido pelo apóstolo Paulo nos seguintes versos:
"Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só." [Romanos 3:10-12]
Para aqueles que desejam saber o que a Palavra de Deus diz sobre o assunto da depravação humana, eis uma relação de versos:
Gênesis 6:5-7,11-13; Gênesis 8:21; 2 Crônicas 6:36; Jó 4:17-19; Jó 9:2-3,20,29-31; Jó 11:12; Jó 14:4; Jó 15:14-16; Jó 25:4-6; Salmos 5:9; Salmos 14:1-3; Salmos 51:5; Salmos 53:1-3; Salmos 58:1-5; Salmos 94:11; Salmos 130:3; Salmos 143:2; Provérbios 10:20; Provérbios 20:6,9; Provérbios 21:8; Eclesiastes 7:20,29; Eclesiastes 8:11; Eclesiastes 9:3; Isaías 1:5-6; Isaías 48:8; Isaías 53:6; Isaías 55:6-7; Isaías 64:6; Jeremias 2:22,29; Jeremias 6:7; Jeremias 13:23; Jeremias 16:12; Jeremias 17:9-10; Ezequiel 36:25-26; Oséias 6:7; Oséias 14:9; Miquéias 7:2-4; Mateus 7:17; Mateus 12:34-35; Mateus 15:19; Marcos 7:21-23; Lucas 1:79; João 1:10-11; João 3:19; João 8:23; João 14:17; Atos 8:23; Romanos 2:1; Romanos 3:9-19; Romanos 3:23; Romanos 5:6; Romanos 5:12-14; Romanos 6:6,17,19-20; Romanos 7:5,11-25; Romanos 8:5-8,13; Romanos 11:32; 1 Coríntios 2:14; 1 Coríntios 3:3; 1 Coríntios 5:9-10; 2 Coríntios 3:4-5; 2 Coríntios 5:14; Gálatas 3:10-11,22; Gálatas 5:17-21; Efésios. 2:1-3,11-12; Efésios. 4:17-19,22; Efésios. 5:8; Colossenses 1:13,21; Colossenses 2:13; Colossenses 3:5,7; 2 Timóteo 2:26; Tito 3:3; Tiago 3:2; 1 Pedro 1:18; 1 Pedro 2:9,25; 1 João 1:8-10; 1 João 2:16; 1 João 3:10; 1 João 5:19; Apocalipse 3:17.
Assim, descobrimos que o homem, no estado não-regenerado, está na pior situação espiritual possível. Ele está morto em ofensas e pecados [Efésios 2:1], é um escravo de Satanás [Efésios 2:2], não pode compreender aquilo que se discerne espiritualmente - a Bíblia [1 Coríntios 2:14], e não busca a Deus [Romanos 3:11]. Para que o homem seja salvo dessa situação, o próprio Deus precisa tomar a iniciativa - exatamente como fez no jardim do Éden, quando foi atrás de Adão e Eva.
No entanto, vamos avançar e discutir o pecado com relação à vida cristã. A regeneração remove a pecaminosidade do coração humano? O quanto eu gostaria que isso fosse verdade, mas não é! Nossa posição de estar "em Cristo" e justificados diante de Deus significa que nossa dívida total pelo pecado (passado, presente e futuro) está cancelada e estamos declarados como totais inocentes à vista de Deus. Mas isso está falando da nossa posição em Cristo, não na nossa condição prática - não da dura realidade da vida diária. Nossa posição como filhos de Deus está definida para sempre nos céus, mas nosso estado diário varia em proporção direta com o nível de cooperação que demonstramos à liderança do Espírito Santo. Uma vez que somos regenerados espiritualmente, o processo vitalício de santificação tem início. Ser santificado, ou santo, significa estar separado para o serviço de Deus e isso não ocorre da noite para o dia. Na verdade, haverá uma grande mudança na vida de uma pessoa após ela se converter e receber o Espírito Santo - mas a verdadeira santidade e perfeição nesta vida é o objetivo inatingível para o qual precisamos nos esforçar. Cristo é nosso padrão e somos exortados a imitá-lo, mas é claro que compreendemos que alcançar sua divina perfeição é impossível aqui na Terra. Não somos e nem podemos estar sem pecado (embora Deus nos veja assim, posicionalmente), de modo que precisamos nos esforçar com todas as fibras do nosso ser para procurar acertar o alvo e cruzar a linha de chegada) para obter o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus [Filipenses 3:14], como fez o apóstolo Paulo. O galardão celestial, e não a salvação, é o "prêmio" que precisamos nos esforçar para conquistar em nossa caminhada diária com o Senhor neste mundo.
Entretanto, algumas almas sinceras insistem que a Bíblia ensina a possibilidade de atingir um estágio de perfeição sem pecado, com base em grande parte nas seguintes palavras do apóstolo em 1 João 3:9:
"Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus." [1 João 3:9]
Entretanto, isso não significa que um cristão nunca peca! Para reforçar isso, chamo sua atenção para o que João diz no verso 8 do capítulo 1 (referido anteriormente) - "Se dissermos que não temos pecado, enganamos-nos a nós mesmos." Alguns podem tentar argumentar que João estava escrevendo para incrédulos, mas isso não cola pois toda a epístola de 1 João foi escrita para os crentes, "os filhinhos". - como vemos no verso 1 do capítulo 2. O verso 4 do capítulo 1 diz "estas coisas vos escrevo para que não pequeis..." - referindo-se aos crentes, ou "filhinhos", como João afeiçoadamente refere-se a eles depois. Essa posição é explicada por W. E. Wine em seu Expository Dictionary of New Testament Words, pg 211, sob o título de "Commit, Commission", #2 Poieo, "Nota: Em 1 João 3:4,8,9, a Versão Autorizada errôneamente traz "comete" (um significado impossível no verso 8); a Versão Revisada corretamente tem "pratica", isto é, um hábito contínuo, equivalente a prasso. O que está em vista aqui é uma ação contínua, não uma ação eventual."
Este princípio é validado pela própria experiência de Paulo, que encontramos em Romanos 7:14-25:
"Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado. Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado." [Romanos 7:14-25; ênfase adicionada]
Esse lamento do apóstolo Paulo não é verdadeiro na sua própria vida, leitor? Certamente é na minha! Sou um cristão nascido de novo, lavado no sangue do Cordeiro de Deus e o Espírito Santo me assegura que sou um filho de Deus - mas ainda experimento a realidade do pecado diariamente! Quando nasci de novo, recebi uma nova natureza, uma natureza espiritual, mas minha carne, a natureza pecaminosa depravada que herdei de Adão, não foi destruída. Muito pelo contrário, ela está bem viva e levanta sua horrenda cabeça continuamente! Por meio da oração e com a ajuda do Espírito Santo, posso agora (e espero continuar a) pecar muito menos do que pecava antes de receber a Cristo. No entanto, isso ainda está longe da perfeição. Para aqueles que ainda insistem que a perfeição seja possível, quero lembrar que não existem apenas os pecados que cometemos, mas pecados de omissão - coisas que deveríamos fazer, mas não fazemos. O padrão de Deus de perfeição e sua vontade para nossas vidas inclui muitos aspectos sobre os quais precisamos orar e pedir orientação. É somente remotamente concebível para você que devemos discernir todos e executá-los ao pé da letra? Deixar de perceber e cumprir com as obrigações é pecado - o pecado da omissão. Ó, meus amigos, não podem ver que somos pecadores, tanto por natureza quanto por prática? O Espírito Santo, falando por meio de profeta Isaías deixa isso bem claro com a seguinte declaração:
"Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam." [Isaías 64:6]
Deus deseja que reconheçamos nossa excessiva pecaminosidade e, ao fazermos isso, também reconheçamos a extraordinária grandeza da sua graça, que perdoa o pecado. Posicionalmente, estamos justificados à sua vista e nossa situação é absolutamente perfeita em todos os sentidos - um lar eterno nos céus está garantido para nós. No entanto, o nível de recompensa recebido uma vez que chegarmos lá será determinado pela forma como batalhamos contra o mundo, a carne e o maligno. [1 Coríntios 3:8-15]
Devemos encarar o pecado com leviandade já que está perdoado? Não, nunca! Tenha em mente que o pecado somente está perdoado com relação ao nosso destino eterno. Cada pecado que cometemos como filhos de Deus é inescapável pois ele conhece cada detalhe de nossas vidas e, sem falha alguma, nos punirá da forma apropriada. Quando éramos crianças, conseguíamos evitar a punição dos nossos pais por que eles não tomavam conhecimento de todas as nossas infrações, mas tal nunca é o caso com Deus! Pode ter certeza que ele vai disciplinar apropriadamente aqueles a quem ama [Números 32:23 e Hebreus 12:6]. Portanto, se você é um autêntico filho de Deus, não precisa mais ficar aterrorizado com a possibilidade de perder a salvação. Transfira esse pavor à possibilidade de ser corrigido pelo seu amoroso Pai Celestial! Os esforços para ser bom não comprarão para você absolutamente nada com relação à salvação, mas ajudarão a evitar a mão corretiva de Deus. Anos atrás, as pessoas referiam-se aos cristãos como "homens e mulheres que temem a Deus" e todos nós compreendíamos a base para essa expressão. Eu temia meu pai, porque se minha mãe contasse para ele minhas travessuras, meu traseiro ficava definitivamente em risco! Esse tipo de temor é necessário e benéfico, pois tende a nos manter no "caminho estreito e apertado". [Mateus 7:14]
O pecado é o motivo da tua tristeza. Deixa a santidade ser o motivo da tua alegria. São Tomás de Aquino, na Exposição do Credo, diz que há duas mortes: a primeira é a do corpo, física, quando a alma se separa dele; a segunda, é a da alma, espiritual, quando esta se separa de Deus. A pior é a segunda, e tem como causa o pecado.
Antes de nos determos na análise dos pecados capitais, conheçamos um pouco daquilo que a Igreja nos ensina sobre a natureza do pecado.
O grande Agostinho de Hipona dizia que "o mal consiste em abusar do bem", e ainda: "O pecado é o motivo da tua tristeza. Deixa a santidade ser o motivo da tua alegria." O Catecismo começa dizendo que: "O pecado é uma falta contra a razão, a consciência reta; é uma falta ao amor verdadeiro, para com Deus e para com o próximo, por causa de um apego perverso a certos bens".
Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, viam-no como uma "desordem", e diziam que é "uma palavra, um ato ou um desejo contra a lei eterna".
(Ainda para Santo Agostinho ele é fruto do "amor de si mesmo até o desprezo de Deus". (Civita Dei 14,21) Jesus ensina que a raiz do pecado está no coração do homem:

"Com efeito, é do coração que procedem más inclinações, assassínios, adultérios, prostituições, roubos, falsos testemunhos e difamações. São estas coisas que tornam o homem impuro". (Mt 15, 19-20)
Segundo a sua gravidade, a Igreja classifica os pecados em veniais e mortais, seguindo a sua própria Tradição.
O pecado mortal leva o pecador a perder o "estado de graça", isto é, a "graça santificante". O Catecismo afirma que:
"Se este estado não for recuperado mediante o arrependimento e o perdão de Deus, causa a exclusão do Reino de Cristo e a morte eterna no inferno, já que nossa liberdade tem o poder de fazer opções para sempre, sem regresso."
O Catecismo ainda ensina que "o pecado mortal destrói a caridade no coração do homem por uma infração grave da lei de Deus, desvia o homem de Deus, que é seu fim último e bem aventurança, preferindo um bem inferior."
Quando a vontade se volta para uma coisa de persi contrária à caridade pela qual estamos ordenados ao fim último, há no pecado, pelo seu próprio objeto, matéria para ser mortal... quer seja contra o amor a Deus, como a blasfêmia, o perjúrio, etc., ou contra o amor ao próximo, como o homicídio, o adultério, etc. Por outro lado, quando a vontade do pecador se dirige às vezes a um objeto que contém em si uma desordem, mas não é contrário ao amor a Deus, e ao próximo, como por exemplo palavra ociosa... tais pecados são veniais".
É bom notar que para haver o pecado mortal é preciso que a pessoa queira deliberadamente, isto é, sabendo e querendo, uma coisa gravemente contrária à lei de Deus e ao fim último do homem.
Portanto, para que haja pecado mortal deve haver pleno conhecimento e consentimento; e quem peca deve saber e deve ter consciência do caráter pecaminoso do ato a praticar, e de sua ofensa à Lei de Deus.
A ignorância involuntária, isto é, aquela que a pessoa não tem culpa, pode diminuir ou até eliminar a culpa diante de uma falta mesmo grave, mas é bom lembrar que Deus imprimiu nas consciências dos homens, a Lei natural, isto é, os princípios da moral.
A Igreja reconhece que os movimentos da sensibilidade da pessoa, bem como o mecanismo das paixões, as pressões exteriores, as perturbações patológicas, etc., em certos casos, podem , diminuir o caráter voluntário e livre do pecado cometido, e conseqüentemente a sua culpa.
"O pecado por malícia, por opção deliberada do mal, é o mais grave".
Acontece a malícia quando há uma intenção maldosa, uma "exploração do mal", por sagacidade, sátira, comércio, etc. É diferente o pecado daquele que sucumbiu por fraqueza, daquele que explorou o pecado. Por exemplo, é muito mais grave explorar a prostituição do que cair nela, eventualmente, por fraqueza, embora ambas as quedas sejam graves.
"É pecado mortal todo pecado que tem como objeto uma matéria grave, e que é cometido com plena consciência e deliberadamente".
"A matéria grave é precisada pelos dez mandamentos segundo a resposta de Jesus ao jovem rico: 'Não mates, não cometas adultério, não roubes, não levantes falso testemunho, não defraudes ninguém, honra teu pai e tua mãe'.
Portanto, a gravidade dos pecados pode ser maior ou menor conforme o dano provocado pelo mesmo. Também a qualidade da pessoa ofendida entra em consideração. Ofender ao pai é mais grave que ofender um estranho. Santo Afonso de Ligório, doutor da Moral, diz que o "pecado mortal é um monstro tão horrível, que não pode entrar numa alma que por longo tempo o destestou, sem se fazer claramente conhecido."
Dizia ainda o santo doutor que o pecado mortal é aquele que se comete de "olhos abertos"; isto é, sem dúvidas do mal que se está praticando.
O pecado venial acontece quando não se observa a lei moral em matéria leve, ou então quando se desobedece à lei moral em matéria grave, sem perfeito conhecimento ou consentimento.
Não nos torna contrários à vontade de Deus e à sua amizade; não quebra a comunhão com Ele, e portanto, não priva da graça de Deus e do céu.

Contudo, não se deve descuidar dos pecados veniais, pois, eles enfraquecem a caridade, impede a alma de crescer na virtude, e, quando é aceito deliberadamente e fica sem arrependimento, leva a pessoa, pouco a pouco, ao pecado mortal.

Santo Agostinho lembra que "o acúmulo dos pequenos vícios traz consigo a desesperança da conversão".
"O homem não pode enquanto está na carne, evitar todos os pecados, pelo menos os pecados leves. Mas esses pecados que chamamos leves, não os consideres insignificantes: se os consideras insignificantes ao pesá-los, treme ao contá-los. Um grande número de objetos leves faz uma grande massa; um grande número de gotas enche um rio; um grande número de grãos faz um montão. Qual é então a nossa esperança? Antes de tudo a confissão..."
Muitos perguntam o que é o pecado contra o Espírito Santo. A Igreja ensina que é o daquele que rejeita livremente acolher, pelo arrependimento, a misericórdia de Deus, "rejeita o perdão de seus pecados e a salvação oferecida pelo Espírito Santo". É o endurecimento do coração, a tal ponto, que leva a pessoa a rejeitar até a penitência final. Se morrer neste triste estado, experimentará a perdição eterna.
O pecado gera na pessoa uma tendência ao próprio pecado. Podemos dizer que quanto mais se peca, mais se está predisposto ao pecado. A repetição torna-se vício. E assim, nasce na pessoa a inclinação à perversão, obscurece-se a consciência, e vai se perdendo o discernimento entre o bem e o mal. Não foi sem razão que o Papa Paulo VI disse certa vez que, o pior pecado deste mundo é achar que o pecado não existe. A prática do pecado, continuamente, faz com que a pessoa perca a noção da sua gravidade. No entanto, por pior que seja, o pecado não consegue, de todo, "destruir o senso moral até a raiz".
Diante de nossos pecados, não adianta se desesperar ou desanimar; a única atitude correta é enfrentá-los com boa disposição interior e com a graça de Deus. São Francisco de Sales, bispo e doutor da Igreja, dizia que não adianta ficar "pisando a própria alma", depois de ter caído no pecado.
Até mesmo os nossos pecados, aceitos com humildade, podem nos ajudar a crescer espiritualmente. Santo Afonso de Ligório dizia:
"Mesmo os pecados cometidos podem concorrer para a nossa santificação na medida que a sua lembrança nos faz mais humildes, mais agradecidos às graças que Deus nos deu, depois de tantas ofensas".

REFLEXÃO
O Senhor nos pede : "Sede Santos como Eu Sou Santo." Portanto procuremos a Santidade e sempre o perdão para a Reconciliação.

Atividade
01-     Elabore um comentário com detalhes sobre o fato do pecado. P3
02-     Explique citando textos bíblicos a origem do pecado. P6
03-     Como podemos definir a culpa: p7
04-     Exemplifique a redenção. P9
05-     Qual é a natureza do pecado? P10
06-     Como o pecado é descrito? P12
07-     Quais são as conseqüências do pecado? P13
08-     Explique como ocorre a fraqueza espiritual? P13
09-     Analise e determine como a Bíblia vê o pecado? P15
10-     O que é o pecado imperdoável? P18
11-     Forneça uma descrição de como o judaísmo vê o pecado. P18
12-     Cite os tipos de pecados e suas gravidades. P19
13-     Analise e comente os sete pecados capitais da igreja católica. P20
14-     O movimento tem uma forma de ver o pecado, descreva-a. P24
15-     Explique o pecado original. P24
16-     Sobre a criação do pecado. Comente dando sua opinião. P25
17-     Qual é a implicação bíblica e teológica sobre a masturbação? P26
18-     Comente as questões sobre o pecado. P30
19-     Porque o pecado é uma doença da alma?
20-     Qual é o conceito de Sto. Agostinho em relação ao pecado? P20

Bibliografia
1. Louis Berkhof, Teologia Sistemática (Campinas: LPC, 1995) –
2. Confissão de Fé de Westminster (São Paulo: Cultura Cristã, 1996).
3. Juan Calvino, Institutas (Rijswijk : FELIRE, 1981).
4. Charles Hodge, Teologia Sistemática (São Paulo: Candeia, 2001)

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